Eliazer Rodella foi afastado do cargo de comandante da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo após sua ex-companheira, Samara Rocha Bragantini, acusá-lo de violência doméstica. As denúncias incluem agressões que ocorreram durante a gestação do segundo filho do casal. A Secretaria Municipal de Segurança Urbana informou que um processo na corregedoria será instaurado para investigar as alegações.
Samara relatou em depoimento que sofreu agressões em pelo menos três ocasiões, destacando uma em que foi agredida enquanto estava grávida. Ela descreveu momentos de violência em que Rodella a golpeou, deixando marcas visíveis em seu corpo. Em uma entrevista, mencionou que a polícia chegou a ser chamada, mas não tomou medidas efetivas na ocasião.
Rodella, de cinquenta e seis anos, ingressou na Guarda Civil Metropolitana em mil novecentos e oitenta e oito e assumiu o comando da corporação em janeiro de dois mil e vinte e três, sucedendo Agapito Marques. Antes de sua nomeação, ocupou diversos cargos, incluindo o de comandante superintendente da Superintendência de Operações Integradas.
A Secretaria não informou quem assumirá o comando da Guarda Civil Metropolitana durante a investigação. Caso as acusações sejam confirmadas, Rodella poderá ser exonerado de suas funções.
Eliazer Rodella foi afastado do cargo de comandante da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo após sua ex-companheira, Samara Rocha Bragantini, acusá-lo de violência doméstica. As denúncias incluem agressões ocorridas durante a gestação do segundo filho do casal. A Secretaria Municipal de Segurança Urbana anunciou que um processo na corregedoria será instaurado para investigar as alegações.
Samara relatou em depoimento que sofreu agressões em pelo menos três ocasiões, destacando uma em que foi agredida enquanto estava grávida. Ela descreveu momentos de violência em que Rodella a golpeou, deixando marcas visíveis em seu corpo. Em uma entrevista, ela mencionou que a polícia chegou a ser chamada, mas não tomou medidas efetivas na ocasião.
Rodella, de cinquenta e seis anos, ingressou na Guarda Civil Metropolitana em mil novecentos e oitenta e oito e assumiu o comando da corporação em janeiro de dois mil e vinte e três, sucedendo Agapito Marques. Antes de sua nomeação, ele ocupou diversos cargos, incluindo o de comandante superintendente da Superintendência de Operações Integradas.
A Secretaria não informou quem assumirá o comando da Guarda Civil Metropolitana durante a investigação. Caso as acusações sejam confirmadas, Rodella poderá ser exonerado de suas funções.
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