Extremistas atacaram a comunidade agrícola cristã de Ruwi B2, no condado de Bokkos, na Nigéria, resultando na morte de onze cristãos em 27 de março. Entre as vítimas estavam uma mulher grávida e uma menina de dez anos. O ataque ocorreu durante homenagens a um idoso falecido, e os moradores acreditam que os agressores estão ligados a militantes Fulani. Os sobreviventes relataram que o ataque durou cerca de quarenta e cinco minutos, deixando a comunidade em estado de choque. Tajot Stephen Alexander, um morador local, expressou a dor pela perda, afirmando: “Perdemos onze vidas valiosas, incluindo uma mulher grávida”.
A insegurança na região é uma preocupação crescente, e os moradores exigem ações efetivas das autoridades para garantir sua segurança. Apesar de alertas sobre possíveis atos de violência durante a Quaresma, o ataque ocorreu mesmo com a presença de forças de segurança na área. A Anistia Internacional Nigéria condenou a inação das autoridades, afirmando que isso expôs a população a riscos desnecessários e resultou em perdas devastadoras.
O governador do estado de Plateau, Caleb Manasseh Mutfwang, classificou o ataque como um “ato bárbaro contra vidas inocentes” e prometeu buscar justiça para as vítimas. Ele também destacou a necessidade de melhorar as medidas de segurança em todo o estado, onde a Nigéria ocupa a sétima posição na Lista Mundial da Perseguição de 2025, sendo um dos lugares mais difíceis para ser cristão.
Extremistas atacaram a comunidade agrícola cristã de Ruwi B2, no condado de Bokkos, na Nigéria, resultando na morte de onze cristãos em 27 de março. Entre as vítimas estavam uma mulher grávida e uma menina de dez anos. O ataque ocorreu durante homenagens a um idoso falecido, e os moradores acreditam que os agressores estão ligados a militantes Fulani.
Os sobreviventes relataram que o ataque durou cerca de quarenta e cinco minutos, deixando a comunidade em estado de choque. Tajot Stephen Alexander, um morador local, expressou a dor pela perda, afirmando: “Perdemos onze vidas valiosas, incluindo uma mulher grávida”. A insegurança na região é uma preocupação crescente, e os moradores exigem ações efetivas das autoridades para garantir sua segurança.
Apesar de alertas sobre possíveis atos de violência durante a Quaresma, o ataque ocorreu mesmo com a presença de forças de segurança na área. A Anistia Internacional Nigéria condenou a inação das autoridades, afirmando que isso expôs a população a riscos desnecessários e resultou em perdas devastadoras.
O governador do estado de Plateau, Caleb Manasseh Mutfwang, classificou o ataque como um “ato bárbaro contra vidas inocentes” e prometeu buscar justiça para as vítimas. Ele também destacou a necessidade de melhorar as medidas de segurança em todo o estado, onde a Nigéria ocupa a sétima posição na Lista Mundial da Perseguição de 2025, sendo um dos lugares mais difíceis para ser cristão.
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