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General Richard Nunes alerta para falta de recursos na Defesa e PEC busca solução

- General Richard Nunes afirmou que recursos para o Exército são insuficientes. - A PEC da Previsibilidade busca garantir 2% do PIB para a Defesa Nacional. - Proposta foi designada a Randolfe Rodrigues após um ano e meio parada. - Investimentos em projetos estratégicos, como submarinos, dependem da PEC. - Despesas do Exército estão R$ 1,43 bilhão abaixo do necessário no Novo PAC.

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O chefe do Estado-Maior do Exército, general Richard Nunes, afirmou que os recursos disponíveis para a Força estão muito abaixo do necessário. Durante uma cerimônia de promoção de novos oficiais generais, ele destacou a importância de estar preparado, mas enfatizou que a situação atual exige uma gestão mais eficiente e criativa. Essa declaração ocorre em um momento em que o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, busca a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Previsibilidade, que destina 2% do Produto Interno Bruto (PIB) para a Defesa Nacional.

Após um período de um ano e meio sem avanços na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, a PEC foi recentemente designada a um relator, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). O texto, de autoria do senador Carlos Portinho (PL-RJ), propõe uma transição dos atuais 1,2% do PIB para 2% em um prazo de oito anos, alinhando-se às metas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Múcio considera a PEC crucial para garantir investimentos que superem os ciclos políticos.

Atualmente, as despesas discricionárias do Exército, que fazem parte do Novo PAC, devem totalizar R$ 1,43 bilhão, o que representa uma redução de 36% em relação ao que seria necessário, que é R$ 1,95 bilhão. A Marinha enfrenta uma situação semelhante, com R$ 3,67 bilhões previstos para novos navios patrulha, mas que dependem da estabilidade fiscal. Projetos como o submarino nuclear e a construção de novas fragatas estão sob risco de cortes e exigem R$ 3 bilhões até 2030 para evitar interrupções.

A falta de recursos compromete a capacidade de investimento em projetos estratégicos, como pesquisas e desenvolvimento de tecnologias essenciais. A aprovação da PEC da Previsibilidade poderia assegurar uma base financeira sólida para a Defesa Nacional, permitindo que o Brasil avance em suas capacidades militares e tecnológicas.

O chefe do Estado-Maior do Exército, general Richard Nunes, afirmou que os recursos alocados para a Força estão muito aquém do necessário. Durante uma cerimônia de promoção de novos oficiais generais, Nunes destacou a importância de estar preparado, mas ressaltou que a atual situação exige racionalização e criatividade. A declaração surge em um momento em que o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, busca aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Previsibilidade, que destina 2% do PIB para a Defesa Nacional.

Após um ano e meio parada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, a PEC foi recentemente designada a um relator, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). O texto, de autoria do senador Carlos Portinho (PL-RJ), propõe uma transição dos atuais 1,2% do PIB para 2% em oito anos, alinhando-se a metas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Múcio considera a PEC essencial para garantir investimentos que transcendam os mandatos governamentais.

Atualmente, as despesas discricionárias do Exército, que fazem parte do Novo PAC, devem totalizar R$ 1,43 bilhão, o que representa 36% abaixo do necessário. Para atender às demandas, seriam necessários R$ 1,95 bilhão. A situação é semelhante para a Marinha, que, apesar de ter R$ 3,67 bilhões previstos para novos navios patrulha, depende da estabilidade fiscal. O submarino nuclear e a construção de novas fragatas enfrentam cortes e exigem R$ 3 bilhões até 2030 para evitar interrupções.

A falta de recursos compromete a capacidade de investimento em projetos estratégicos, como pesquisas e desenvolvimento de tecnologias essenciais. A PEC da Previsibilidade, se aprovada, poderá assegurar uma base financeira sólida para a Defesa Nacional, permitindo que o Brasil avance em suas capacidades militares e tecnológicas.

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