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Geraldo Alckmin defende diálogo e destaca acordo Mercosul-União Europeia após tarifas dos EUA

- O vice-presidente Geraldo Alckmin defende diálogo em resposta às tarifas dos EUA. - O Brasil possui lei da Reciprocidade aprovada para enfrentar barreiras tarifárias. - Alckmin destaca superávit comercial dos EUA com o Brasil em bens e serviços. - Reuniões técnicas entre Brasil e EUA estão agendadas para a próxima semana. - Aumento das tarifas pode acelerar o acordo Mercosul-União Europeia, segundo Alckmin.

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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, defendeu o diálogo como a principal estratégia do Brasil em resposta às tarifas impostas pelos Estados Unidos. As novas taxas, que podem chegar a 25% sobre aço, alumínio, veículos e autopeças, foram anunciadas pelo presidente Donald Trump. Alckmin mencionou a recente aprovação da lei da Reciprocidade, que fornece ao Brasil um arcabouço jurídico para responder a essas barreiras tarifárias, mas enfatizou a importância de buscar soluções negociadas.

Ele destacou que, ao contrário do déficit comercial dos Estados Unidos com o restante do mundo, o Brasil apresenta um superávit comercial com os americanos, que alcançou US$ 653,1 milhões no primeiro trimestre de 2025. Além disso, o Brasil já oferece acesso facilitado a produtos dos Estados Unidos, com a maioria dos itens importados isentos de impostos. Apesar das novas tarifas, Alckmin reafirmou o compromisso do Brasil com o diálogo e a negociação.

Reuniões técnicas entre Brasil e Estados Unidos estão agendadas para a próxima semana, com o objetivo de discutir as tarifas e buscar soluções. Alckmin acredita que o aumento das tarifas pode, paradoxalmente, acelerar as negociações do acordo entre Mercosul e União Europeia, que envolve um mercado de 720 milhões de pessoas e um PIB de US$ 22 trilhões. Ele considera esse acordo fundamental e deseja que seja assinado rapidamente.

O vice-presidente expressou sua preocupação com a guerra tarifária, afirmando que ela é prejudicial para todos os envolvidos. Alckmin reiterou que o Brasil continuará a priorizar o caminho do diálogo, buscando reverter as medidas tarifárias e promover um comércio mais justo e equilibrado entre os dois países.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, defendeu o diálogo como a principal estratégia do Brasil em resposta às tarifas impostas pelos Estados Unidos. As novas taxas, que incluem até 25% sobre aço, alumínio, veículos e autopeças, foram anunciadas pelo presidente Donald Trump. Alckmin mencionou a recente aprovação da lei da Reciprocidade, que oferece ao Brasil um arcabouço jurídico para responder a essas barreiras tarifárias, mas enfatizou a importância de soluções negociadas.

Alckmin destacou que, ao contrário do déficit comercial dos Estados Unidos com o restante do mundo, o Brasil apresenta um superávit comercial com os americanos, que alcançou US$ 653,1 milhões no primeiro trimestre de 2025. Ele também ressaltou que o Brasil já oferece acesso facilitado a produtos dos Estados Unidos, com a maioria dos itens importados isentos de impostos. Apesar das novas tarifas, o vice-presidente reafirmou o compromisso do Brasil com o diálogo e a negociação.

Reuniões técnicas entre Brasil e Estados Unidos estão agendadas para a próxima semana, com o objetivo de discutir as tarifas e buscar soluções. Alckmin acredita que o aumento das tarifas pode, paradoxalmente, acelerar as negociações do acordo entre Mercosul e União Europeia, que envolve um mercado de 720 milhões de pessoas e um PIB de US$ 22 trilhões. Ele considera esse acordo fundamental e deseja que seja assinado rapidamente.

O vice-presidente expressou sua preocupação com a guerra tarifária, afirmando que ela é prejudicial para todos os envolvidos. Alckmin reiterou que o Brasil continuará a priorizar o caminho do diálogo, buscando reverter as medidas tarifárias e promover um comércio mais justo e equilibrado entre os dois países.

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