O governo espanhol apresentou uma denúncia à Fiscalía sobre um manifesto assinado por figuras de extrema direita, incluindo Antonio Tejero, que exalta Francisco Franco e a sublevación militar. O ministro de Memória Democrática, Ángel Víctor Torres, afirmou que o documento, que se apresenta como uma homenagem a Franco, infringe a Lei de Memória Democrática ao desmerecer as vítimas da Guerra Civil e da ditadura.
O manifesto, intitulado “Ni olvidamos ni callamos”, é promovido pela Plataforma 2025 e considera Franco um “soldado heroico”. O governo argumenta que as ações da plataforma constituem uma exaltação da sublevación militar e da ditadura, o que é proibido pela legislação vigente. Torres destacou que a plataforma foi criada para contrabalançar os atos oficiais do governo em homenagem ao 50º aniversário da morte do ditador.
Além de Tejero, o manifesto conta com a assinatura de outras figuras controversas, como Miguel Bernad e membros da família de Franco. O governo também mencionou um incidente no Parlamento de Baleares, onde um deputado do Vox fez referência ao triunfo de Franco na Guerra Civil, desconsiderando as proibições legais sobre o enaltecimento do franquismo.
A denúncia do governo à Fiscalía inclui a alegação de que as ações da Plataforma 2025 e as declarações no Parlamento podem ser enquadradas como crimes de ódio, conforme o Código Penal. A legislação proíbe atos que exaltam a sublevación militar e a ditadura, e o governo se comprometeu a tomar as medidas necessárias para garantir o cumprimento da lei.
O governo espanhol denunciou à Fiscalía um manifesto assinado por figuras de extrema direita, incluindo Antonio Tejero, que exalta Francisco Franco e a sublevación militar. O ministro de Memória Democrática, Ángel Víctor Torres, afirmou que o documento, que se apresenta como uma homenagem a Franco, viola a Lei de Memória Democrática, ao desmerecer as vítimas da Guerra Civil e da ditadura.
O manifesto, intitulado “Ni olvidamos ni callamos”, é promovido pela Plataforma 2025 e considera Franco um “soldado heroico”. O governo argumenta que as ações da plataforma constituem uma exaltação da sublevación militar e da ditadura, o que é proibido pela legislação vigente. Torres destacou que a plataforma foi criada para contrabalançar os atos oficiais do governo em homenagem ao 50º aniversário da morte do ditador.
Além de Tejero, o manifesto conta com a assinatura de outras figuras controversas, como Miguel Bernad e membros da família de Franco. O governo também mencionou um incidente no Parlamento de Baleares, onde um deputado do Vox fez referência ao triunfo de Franco na Guerra Civil, desconsiderando as proibições legais sobre o enaltecimento do franquismo.
A denúncia do governo à Fiscalía inclui a alegação de que as ações da Plataforma 2025 e as declarações no Parlamento podem ser enquadradas como crimes de ódio, conforme o Código Penal. A legislação proíbe atos que exaltam a sublevación militar e a ditadura, e o governo se comprometeu a tomar as medidas necessárias para garantir o cumprimento da lei.
Entre na conversa da comunidade