Pelo menos dezessete igrejas evangélicas em Barcelona estão ameaçadas de fechamento devido a planos de desenvolvimento urbano do governo local. Algumas congregações já receberam notificações sobre a necessidade de realocação, enquanto outras foram informadas em uma reunião recente do Conselho Evangélico da Catalunha (CEC), que expressou preocupação com a possível perda de locais de culto para milhares de fiéis.
No bairro de Sant Andreu, onde muitas igrejas estão situadas em armazéns adaptados, as autoridades municipais inspecionaram onze locais desde dezembro de 2024. A justificativa para a realocação é que muitos desses locais operam sem licença, pois a atividade de culto não é permitida em áreas industriais, conforme as normas do Plano Geral Metropolitano.
O CEC manifestou seu compromisso em defender os direitos das igrejas e buscar soluções. O secretário executivo da CEC, Guillem Correa, se reuniu com o prefeito de Barcelona e destacou a disposição da Câmara Municipal para dialogar. Em uma próxima reunião, o conselho pedirá uma moratória para que as igrejas possam se adaptar legalmente e solicitará apoio econômico para minimizar os impactos da mudança.
As autoridades de Barcelona propuseram o fechamento das instalações atuais e a mudança para novos locais. Correa espera que cada caso seja avaliado individualmente, pois a situação afeta diretamente a liberdade de culto. A Câmara Municipal se comprometeu a acompanhar as comunidades religiosas para garantir que as novas instalações atendam às normas necessárias.
Pelo menos dezessete igrejas evangélicas em Barcelona estão sob a ameaça de fechamento devido a planos de desenvolvimento urbano do governo local. Algumas congregações já foram notificadas sobre a necessidade de realocação, enquanto outras foram informadas em uma reunião recente do Conselho Evangélico da Catalunha (CEC), que expressou preocupação com a possível perda de locais de culto para milhares de fiéis.
No bairro de Sant Andreu, onde muitas igrejas estão localizadas em armazéns adaptados, as autoridades municipais inspecionaram onze locais desde dezembro de 2024. A justificativa para a realocação é que muitos desses locais operam sem licença, uma vez que a atividade de culto não é permitida em áreas industriais, conforme as normas do Plano Geral Metropolitano.
O CEC manifestou seu compromisso em defender os direitos das igrejas e buscar soluções. O secretário executivo da CEC, Guillem Correa, se reuniu com o prefeito de Barcelona e destacou a disposição da Câmara Municipal para dialogar. Em uma próxima reunião, o conselho pedirá uma moratória para que as igrejas possam se adaptar legalmente e solicitará apoio econômico para minimizar os impactos da mudança.
As autoridades de Barcelona propuseram o fechamento das instalações atuais e a mudança para novos locais. Correa espera que cada caso seja avaliado individualmente, pois a situação afeta diretamente a liberdade de culto. A Câmara Municipal, por sua vez, se comprometeu a acompanhar as comunidades religiosas para garantir que as novas instalações atendam às normas necessárias.
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