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Investigação do Pentágono apura uso de aplicativo para discutir operações militares em Yemen

- O Departamento de Defesa dos EUA investiga Pete Hegseth por uso impróprio do Signal. - Um jornalista foi adicionado acidentalmente a um chat sobre operações militares. - A investigação visa verificar a conformidade com políticas de comunicação oficial. - O Comitê de Serviços Armados do Senado solicitou a apuração do caso. - O incidente levanta questões sobre o uso de redes não governamentais para informações sensíveis.

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O inspetor geral do Departamento de Defesa dos Estados Unidos iniciou uma investigação sobre o uso do aplicativo Signal por Pete Hegseth para se comunicar com oficiais de alto nível sobre operações militares contra os rebeldes Houthi no Iémen. A controvérsia surgiu após a inclusão acidental do jornalista Jeffrey Goldberg em um grupo de mensagens, onde detalhes específicos das operações foram discutidos. A investigação foi solicitada pelo Comitê de Serviços Armados do Senado, que é liderado por republicanos.

O objetivo da apuração é verificar se Hegseth e outros funcionários respeitaram as políticas do departamento sobre o uso de aplicativos de mensagens para tratar de assuntos oficiais. O inspetor geral, Steven Stebbins, indicou em uma carta que a investigação também avaliará a conformidade com os requisitos de classificação e retenção de registros. O incidente levantou questionamentos sobre a segurança das informações compartilhadas em redes não governamentais.

No chat do Signal, Hegseth discutiu horários e detalhes das operações, o que gerou críticas. A administração Trump defendeu que as informações não eram classificadas, mas a oposição pediu a renúncia de Hegseth e do conselheiro de Segurança Nacional, Mike Waltz, que criou o grupo. A investigação se concentrará em Washington, D.C., e na sede do Comando Central dos Estados Unidos em Tampa, na Flórida.

Os senadores Roger Wicker e Jack Reed solicitaram que o inspetor geral analisasse as mensagens trocadas no chat e as políticas do Departamento de Defesa sobre o compartilhamento de informações sensíveis. Eles destacaram que o escândalo levanta questões sobre o uso de redes não classificadas para discutir informações sensíveis e classificadas.

O inspetor geral do Departamento de Defesa dos Estados Unidos iniciou uma investigação sobre o uso do aplicativo Signal por Pete Hegseth para se comunicar com oficiais de alto nível sobre operações militares contra os rebeldes Houthi no Iémen. A controvérsia aumentou após a inclusão acidental de um jornalista em um grupo de mensagens, onde detalhes específicos das operações foram discutidos. A investigação foi solicitada pelo Comitê de Serviços Armados do Senado, liderado por republicanos.

O objetivo da apuração é verificar se Hegseth e outros funcionários respeitaram as políticas do departamento sobre o uso de aplicativos de mensagens para tratar de assuntos oficiais. O inspetor geral, Steven Stebbins, mencionou em uma carta a Hegseth que a investigação também avaliará a conformidade com os requisitos de classificação e retenção de registros. A situação gerou questionamentos sobre a segurança das informações compartilhadas em redes não governamentais.

Após o incidente, o editor-chefe da revista Atlantic, Jeffrey Goldberg, foi adicionado ao chat, onde Hegseth discutiu horários e detalhes das operações. A administração Trump defendeu que as informações não eram classificadas, mas a oposição pediu a renúncia de Hegseth e do conselheiro de Segurança Nacional, Mike Waltz, que criou o grupo. A investigação se concentrará em Washington, D.C., e na sede do Comando Central dos EUA em Tampa, na Flórida.

Os senadores Roger Wicker e Jack Reed solicitaram que o inspetor geral analisasse as mensagens trocadas no chat do Signal e as políticas do Departamento de Defesa sobre o compartilhamento de informações sensíveis. Eles destacaram que o escândalo levanta questões sobre o uso de redes não classificadas para discutir informações sensíveis e classificadas.

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