José Eduardo Franco dos Reis, um juiz aposentado de São Paulo, foi descoberto utilizando a identidade falsa de Edward Wickfield desde a década de 1980. A fraude veio à tona quando ele tentou renovar seu registro de identidade e a tecnologia de identificação por digitais revelou a duplicidade. Durante seu depoimento à polícia, Reis alegou que Wickfield era seu irmão gêmeo adotado.
Após prestar depoimento em 2 de dezembro de 2024, Reis desapareceu e seu paradeiro é desconhecido. A Justiça aceitou a denúncia por falsidade ideológica e uso de documento falso, suspendendo seus pagamentos e expedindo um mandado de citação para que ele se defenda. O juiz, que tem 67 anos, se apresentou como José Eduardo Franco dos Reis, mas a investigação revelou que ele nasceu em 16 de março de 1958.
Os investigadores descobriram que Reis obteve um registro de identidade com o nome falso em 1980, apresentando uma certidão de nascimento falsa. A comparação de impressões digitais no banco de dados da Polícia Civil confirmou que havia duas identidades para uma única pessoa. O sistema do Poupatempo bloqueou a emissão de um novo RG para Wickfield, levando Reis a ser convocado ao Instituto de Identificação.
No depoimento, Reis afirmou trabalhar como artesão e que estava regularizando a situação de seu “irmão gêmeo”. No entanto, a versão não convenceu as autoridades. Três dias após o depoimento, ele se mudou sem informar seu novo endereço. O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu administrativamente os pagamentos a Reis, que agora enfrenta uma ação penal em segredo de justiça.
José Eduardo Franco dos Reis, juiz aposentado de São Paulo, utilizava a identidade falsa de Edward Wickfield desde a década de 1980. Ele foi descoberto ao tentar renovar seu registro de identidade, quando a tecnologia de identificação por digitais revelou a duplicidade. Durante seu depoimento à polícia, Reis alegou que Wickfield era seu irmão gêmeo adotado.
Após prestar depoimento em 2 de dezembro de 2024, Reis desapareceu, e seu paradeiro é desconhecido. A Justiça aceitou a denúncia por falsidade ideológica e uso de documento falso, suspendendo seus pagamentos e expedindo um mandado de citação para que ele se defenda. O juiz, que tem 67 anos, se apresentou como José Eduardo Franco dos Reis, mas a investigação revelou que ele nasceu em 16 de março de 1958.
Os investigadores descobriram que Reis obteve um registro de identidade com o nome falso em 1980, apresentando uma certidão de nascimento falsa. A comparação de impressões digitais no banco de dados da Polícia Civil confirmou que havia duas identidades para uma única pessoa. O sistema do Poupatempo bloqueou a emissão de um novo RG para Wickfield, levando Reis a ser convocado ao Instituto de Identificação.
No depoimento, Reis afirmou trabalhar como artesão e que estava regularizando a situação de seu “irmão gêmeo”. No entanto, a versão não convenceu as autoridades. Três dias após o depoimento, ele se mudou sem informar seu novo endereço. O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu administrativamente os pagamentos a Reis, que agora enfrenta uma ação penal em segredo de justiça.
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