Um juiz aposentado foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) por uso de documento falso e falsidade ideológica, após enganar instituições por mais de 40 anos. O magistrado, que se apresentava como Edward Albert Lancelot Dodd Canterbury Caterham Wickfield, na verdade se chama José Eduardo Franco dos Reis. Ele utilizou o nome fictício durante sua carreira no Tribunal de Justiça de São Paulo.
A Justiça aceitou a denúncia e tornou o juiz réu em um processo que corre sob segredo de justiça. A investigação teve início após José Eduardo tentar obter uma nova via de Registro Geral (RG) com o nome falso em outubro de 2024. As razões para suas ações ainda não foram esclarecidas.
Com o nome fictício, José Eduardo estudou Direito na Universidade de São Paulo (USP) na década de 1980 e ingressou na magistratura paulista, onde atuou em varas cíveis e assinou milhares de sentenças. Ele também coordenou o Núcleo Regional da Escola Paulista da Magistratura em Serra Negra, São Paulo, antes de se aposentar em 2018.
O juiz é acusado de ter cometido os crimes de falsidade ideológica e uso de documento falso em três ocasiões distintas. A CNN buscou comentários da USP e do Tribunal de Justiça de São Paulo, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.
Um juiz aposentado foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) por uso de documento falso e falsidade ideológica, após enganar instituições por mais de 40 anos. O magistrado, que se apresentava como Edward Albert Lancelot Dodd Canterbury Caterham Wickfield, na verdade se chama José Eduardo Franco dos Reis. Ele foi acusado de utilizar o nome fictício durante sua carreira no Tribunal de Justiça de São Paulo.
A denúncia foi aceita pela Justiça, tornando o juiz réu em um processo que corre sob segredo de justiça. A investigação começou após José Eduardo tentar obter uma nova via de Registro Geral (RG) com o nome falso em outubro de 2024. As motivações por trás de suas ações ainda não foram esclarecidas.
Com o nome fictício, José Eduardo estudou Direito na Universidade de São Paulo (USP) na década de 1980 e ingressou na magistratura paulista, onde atuou em varas cíveis e assinou milhares de sentenças. Ele também coordenou o Núcleo Regional da Escola Paulista da Magistratura em Serra Negra, São Paulo, antes de se aposentar em 2018.
O juiz é acusado de ter cometido os crimes de falsidade ideológica e uso de documento falso em três ocasiões distintas. A CNN buscou comentários da USP e do Tribunal de Justiça de São Paulo, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.
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