A Justiça bloqueou setenta e nove imóveis do ex-auditor fiscal da Prefeitura de São Paulo, José Rodrigo de Freitas, conhecido como o “rei dos fiscais”. Ele possui um mandado de prisão expedido em 2024 e continua foragido. O esquema de corrupção, que teve início em 1998 e foi descoberto em 2013, resultou em uma condenação que inclui a perda de bens e a suspensão de direitos políticos por oito anos.
A juíza Luiza Barros Rozas Verotti determinou que os imóveis, avaliados em até R$ 100 milhões, foram adquiridos de forma ilícita. Além da perda de bens, Freitas também foi condenado ao pagamento de multa civil e à proibição de contratar com o poder público. O promotor de Justiça Silvio Marques destacou a complexidade do caso, que envolveu a administração dos imóveis pela Justiça.
Freitas arrecadou uma fortuna em imóveis durante seu tempo como agente fiscal, tendo um rendimento legal de apenas R$ 1,8 milhão, o que é incompatível com seu patrimônio. O esquema, conhecido como “Máfia do ISS”, envolveu fiscais que cobravam propina de empresas para reduzir ou isentar impostos. A universidade Uninove é uma das empresas que pagou propina e está realizando um acordo de R$ 1 bilhão com o Ministério Público.
Embora tenha sido preso preventivamente em junho de 2018, Freitas foi solto após um habeas corpus. Em agosto de 2018, a polícia encontrou R$ 100 mil em sua casa. Com um mandado de prisão expedido desde julho de 2023, ele deve cumprir uma pena de sete anos e seis meses em regime fechado, mas permanece foragido.
A Justiça bloqueou 79 imóveis do ex-auditor fiscal da Prefeitura de São Paulo, José Rodrigo de Freitas, conhecido como o “rei dos fiscais”. Ele possui um mandado de prisão expedido em 2024 e permanece foragido. O esquema de corrupção, que começou em 1998 e foi descoberto em 2013, resultou em uma condenação que inclui a perda de bens e a suspensão de direitos políticos por oito anos.
A juíza Luiza Barros Rozas Verotti determinou que os imóveis, avaliados em até R$ 100 milhões, foram adquiridos de forma ilícita. Além da perda de bens, Freitas também foi condenado ao pagamento de multa civil e à proibição de contratar com o poder público. O promotor de Justiça Silvio Marques destacou a complexidade do caso, que envolveu a administração dos imóveis pela Justiça.
Freitas, que arrecadou uma fortuna em imóveis durante seu tempo como agente fiscal, teve um rendimento legal de apenas R$ 1,8 milhão, o que é incompatível com seu patrimônio. O esquema, conhecido como “Máfia do ISS”, envolveu fiscais que cobravam propina de empresas para reduzir ou isentar impostos. A universidade Uninove é uma das empresas que pagou propina e está realizando um acordo de R$ 1 bilhão com o Ministério Público.
Embora tenha sido preso preventivamente em junho de 2018, Freitas foi solto após um habeas corpus. Em agosto de 2018, a polícia encontrou R$ 100 mil em sua casa. Com um mandado de prisão expedido desde julho de 2023, ele deve cumprir uma pena de sete anos e seis meses em regime fechado, mas continua foragido.
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