O presidente nacional do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, afirmou que a sigla está dividida sobre o apoio ao projeto de lei que propõe anistia aos condenados pelos eventos de oito de janeiro. Kassab mencionou que ainda está ouvindo as opiniões dos membros do partido e que, devido às divergências, a tendência é liberar os deputados para que decidam individualmente sobre o apoio à urgência do projeto.
Nos últimos dias, o ex-presidente Jair Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), tem pressionado Kassab para que o PSD se alinhe ao projeto. O vice-líder do PSD na Câmara dos Deputados, Reinhold Stephanes, já assinou o pedido de urgência para a tramitação da proposta. Contudo, para que o apoio do PSD seja efetivo, é necessário que o líder da bancada, Antonio Brito, também subscreva o requerimento.
Kassab aguarda um direcionamento do presidente da Câmara, Hugo Motta, sobre como proceder. Enquanto isso, a bancada do PL está em modo obstrutivo, tentando barrar votações até que a anistia avance. Kassab destacou que, se PL, Progressistas (PP) e Republicanos formalizarem apoio à urgência, será difícil para o PSD se opor, embora isso não signifique apoio ao mérito do projeto.
Durante o evento, Kassab se referiu como “bobagem” a tentativa de vincular a discussão sobre a anistia à devolução de um processo contra ele ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ministro Alexandre de Moraes. Ele afirmou estar tranquilo em relação à situação e ressaltou que a mudança na jurisprudência do STF não deve ser interpretada como uma pressão.
O presidente nacional do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, declarou que a sigla está “dividida” em relação ao apoio ao projeto de lei que propõe anistia aos condenados pelos eventos de oito de janeiro. Kassab afirmou que ainda está ouvindo as opiniões dos membros do partido e que, devido às divergências, a tendência é liberar os deputados para que possam decidir individualmente sobre o apoio à urgência do projeto.
Nos últimos dias, o ex-presidente Jair Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), tem pressionado Kassab para que o PSD se alinhe ao projeto. O vice-líder do PSD na Câmara dos Deputados, Reinhold Stephanes, já assinou o pedido de urgência para a tramitação da proposta. Contudo, para que o apoio do PSD seja efetivo, é necessário que o líder da bancada, Antonio Brito, também subscreva o requerimento.
Kassab mencionou que aguarda um direcionamento do presidente da Câmara, Hugo Motta, sobre como proceder. Enquanto isso, a bancada do PL está em modo obstrutivo, tentando barrar votações até que a anistia avance. Kassab destacou que, se PL, Progressistas (PP) e Republicanos formalizarem apoio à urgência, será difícil para o PSD se opor, embora isso não signifique apoio ao mérito do projeto.
Durante o evento, Kassab também se referiu como “bobagem” a tentativa de vincular a discussão sobre a anistia à devolução de um processo contra ele ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ministro Alexandre de Moraes. Ele afirmou estar tranquilo em relação à situação e ressaltou que a mudança na jurisprudência do STF não deve ser interpretada como uma pressão.
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