O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, se reunirá com líderes da Câmara dos Deputados na próxima terça-feira, dia oito, para discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O encontro ocorrerá na residência oficial do presidente da Câmara, Hugo Motta, a pedido da ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. A reunião contará com a presença do deputado Paulo Bilynskyj, que preside a Comissão de Segurança Pública.
A PEC, que busca melhorar a segurança pública, enfrenta resistência no Congresso e críticas de governadores. Desde sua apresentação em novembro do ano passado, a proposta passou por alterações para tentar conquistar apoio, mas ainda gera ceticismo, inclusive entre membros do Partido dos Trabalhadores (PT). Alguns a consideram uma medida burocrática, levantando dúvidas sobre sua eficácia.
As mudanças na minuta incluem um trecho que reafirma a autonomia dos governadores em relação às polícias e um novo enfoque no papel das guardas municipais no combate ao crime. Apesar dos ajustes, a oposição continua cética em relação ao texto, que ainda não possui consenso entre os parlamentares.
Gleisi Hoffmann afirmou que a expectativa é que o projeto seja enviado ao Congresso ainda neste mês. A segurança pública é uma preocupação significativa para a população brasileira, conforme apontam diversas pesquisas, e a articulação do governo busca uma solução prática para essa questão.
O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, se reunirá com lideranças da Câmara dos Deputados na próxima terça-feira (8) para discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O encontro ocorrerá na residência oficial do presidente da Câmara, Hugo Motta, e foi solicitado pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. A reunião contará com a presença do deputado Paulo Bilynskyj, presidente da Comissão de Segurança Pública.
A PEC, que visa abordar questões de segurança pública, enfrenta resistência no Congresso e críticas de governadores. Desde sua apresentação em novembro do ano passado, a proposta passou por modificações para tentar conquistar apoio, mas ainda gera ceticismo, inclusive entre membros do Partido dos Trabalhadores (PT). A proposta é considerada por alguns como uma medida mais burocrática, com dúvidas sobre sua eficácia em melhorar a segurança.
As mudanças na minuta incluem um trecho que reafirma a autonomia dos governadores em relação às polícias e um novo enfoque no papel das guardas municipais no combate ao crime. Apesar dos ajustes, a oposição continua cética em relação ao texto, que ainda não possui consenso entre os parlamentares.
Gleisi Hoffmann afirmou que a expectativa é que o projeto seja enviado ao Congresso ainda neste mês. A segurança pública é um tema de grande preocupação para a população brasileira, conforme apontam diversas pesquisas, e a articulação do governo busca uma solução prática para essa questão.
Entre na conversa da comunidade