O Senado argentino rejeitou as nomeações de dois juízes para a Suprema Corte indicados pelo presidente Javier Milei por decreto. Esta é a primeira vez desde mil novecentos e oitenta e três que o Senado vota contra indicações do Executivo. O juiz Ariel Lijo foi reprovado por quarenta e três votos a favor e vinte e sete contra, enquanto Manuel García-Mansilla teve cinquenta e um votos contra e vinte a favor.
Milei havia nomeado os juízes em fevereiro, utilizando uma cláusula da Constituição que permite a nomeação durante o recesso legislativo. O governo precisava de dois terços do Senado, mas a oposição, incluindo setores do próprio partido do presidente, se uniu para barrar as indicações. Críticas surgiram sobre a falta de diversidade na Corte, já que ambos os indicados eram homens.
Após a votação, o gabinete de Milei condenou a decisão, alegando que os senadores agiram por motivos políticos e não por questões de idoneidade. O governo argumentou que a rejeição das nomeações representa um esforço para obstruir a justiça e comprometer a independência do Judiciário. A situação pode complicar a implementação das reformas econômicas propostas pelo presidente.
A ex-presidente Cristina Kirchner, que enfrenta processos de corrupção, também se tornou um ponto focal na discussão, especialmente após a declaração de García-Mansilla sobre sua possível condenação. A rejeição das nomeações pode ter repercussões significativas na dinâmica política e judicial da Argentina, à medida que o governo busca consolidar sua agenda reformista.
O Senado argentino rejeitou, nesta quinta-feira, as nomeações de dois juízes para a Suprema Corte indicados pelo presidente Javier Milei por decreto. Esta é a primeira vez desde 1983 que o Senado vota contra indicações do Executivo. O juiz Ariel Lijo foi reprovado por 43 votos a 27, enquanto Manuel García-Mansilla teve 51 votos contra e 20 a favor.
Milei havia nomeado os juízes em fevereiro, utilizando uma cláusula da Constituição que permite a nomeação durante o recesso legislativo. O governo precisava de dois terços do Senado, mas a oposição, incluindo setores do próprio partido do presidente, se uniu para barrar as indicações. Críticas surgiram sobre a falta de diversidade na Corte, já que ambos os indicados eram homens.
Após a votação, o gabinete de Milei condenou a decisão, alegando que os senadores agiram por motivos políticos e não por questões de idoneidade. O governo argumentou que a rejeição das nomeações representa um esforço para obstruir a justiça e comprometer a independência do Judiciário. A situação pode complicar a implementação das reformas econômicas propostas pelo presidente.
A ex-presidente Cristina Kirchner, que enfrenta processos de corrupção, também se tornou um ponto focal na discussão, especialmente após a declaração de García-Mansilla sobre sua possível condenação. A rejeição das nomeações pode ter repercussões significativas na dinâmica política e judicial da Argentina, à medida que o governo busca consolidar sua agenda reformista.
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