Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Supremo Tribunal Federal rejeita recursos de deputados acusados de corrupção e organização criminosa

- O ministro Cristiano Zanin rejeitou recursos de deputados acusados de corrupção. - Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e Bosco Costa são réus por organização criminosa. - A investigação revelou esquema de propina envolvendo emendas parlamentares. - Prefeito de São José do Ribamar denunciou ameaças e intimidações dos deputados. - A Procuradoria-Geral da República afirma que fracasso não impede a corrupção passiva.

0:00
Carregando...
0:00

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Cristiano Zanin, votou pela rejeição dos recursos de três deputados federais do PL, acusados de corrupção passiva e organização criminosa. O julgamento virtual, que acontece na Primeira Turma, deve ser finalizado na próxima sexta-feira, 11 de abril. Zanin afirmou que os embargos de declaração apresentados pela defesa não alteram a conclusão do julgamento e que não há omissões a esclarecer.

Os deputados Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e o suplente Bosco Costa tornaram-se réus em março, após decisão da Primeira Turma. A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o trio por supostamente ter solicitado R$ 1,6 milhão em propina ao então prefeito de São José do Ribamar, Eudes Ribeiro, para liberar uma emenda de quase R$ 7 milhões ao município. A investigação da Polícia Federal revelou um esquema de propina e ameaças a prefeitos.

O inquérito identificou que a organização criminosa, liderada por Maranhãozinho, utilizava uma “estrutura armada” para exigir a devolução de parte dos recursos. A PGR argumenta que a falha na execução do esquema não impede a caracterização de corrupção passiva. A participação de cada deputado foi detalhada, com Maranhãozinho atuando como líder, enquanto Pastor Gil e Bosco Costa integravam o núcleo político, desviando recursos de emendas.

Além disso, a investigação revelou que o agiota Josival Cavalcanti da Silva, conhecido como Pacovan, emprestava dinheiro aos deputados, que se comprometiam a devolvê-lo desviando verbas de emendas. O esquema envolveu ameaças ao prefeito e a utilização de um site local para prejudicar sua imagem, levando à denúncia do caso às autoridades.

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Cristiano Zanin, votou nesta sexta-feira, 4 de abril, pela rejeição dos recursos de três deputados federais do PL, acusados de corrupção passiva e organização criminosa. O julgamento virtual, que ocorre na Primeira Turma, deve ser concluído na próxima sexta-feira, 11 de abril. Zanin afirmou que os embargos de declaração apresentados pela defesa não alteram a conclusão do julgamento e que não há omissões a esclarecer.

Os deputados Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e o suplente Bosco Costa tornaram-se réus em março, após decisão da Primeira Turma. A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o trio por supostamente ter solicitado R$ 1,6 milhão em propina ao então prefeito de São José do Ribamar, Eudes Ribeiro, para liberar uma emenda de quase R$ 7 milhões ao município. A investigação da Polícia Federal revelou um esquema de propina e ameaças a prefeitos.

O inquérito identificou que a organização criminosa, liderada por Maranhãozinho, utilizava uma “estrutura armada” para exigir a devolução de parte dos recursos. A PGR argumenta que a falha na execução do esquema não impede a caracterização de corrupção passiva. A participação de cada deputado foi detalhada, com Maranhãozinho atuando como líder, enquanto Pastor Gil e Bosco Costa integravam o núcleo político, desviando recursos de emendas.

A investigação também revelou que o agiota Josival Cavalcanti da Silva, conhecido como Pacovan, emprestava dinheiro aos deputados, que se comprometiam a devolvê-lo desviando verbas de emendas. O esquema envolveu ameaças ao prefeito e a utilização de um site local para prejudicar sua imagem, levando à denúncia do caso às autoridades.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais