O ministro do Supremo Tribunal Federal, Cristiano Zanin, votou pela rejeição dos recursos de três deputados federais do PL, acusados de corrupção passiva e organização criminosa. O julgamento virtual, que acontece na Primeira Turma, deve ser finalizado na próxima sexta-feira, 11 de abril. Zanin afirmou que os embargos de declaração apresentados pela defesa não alteram a conclusão do julgamento e que não há omissões a esclarecer.
Os deputados Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e o suplente Bosco Costa tornaram-se réus em março, após decisão da Primeira Turma. A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o trio por supostamente ter solicitado R$ 1,6 milhão em propina ao então prefeito de São José do Ribamar, Eudes Ribeiro, para liberar uma emenda de quase R$ 7 milhões ao município. A investigação da Polícia Federal revelou um esquema de propina e ameaças a prefeitos.
O inquérito identificou que a organização criminosa, liderada por Maranhãozinho, utilizava uma “estrutura armada” para exigir a devolução de parte dos recursos. A PGR argumenta que a falha na execução do esquema não impede a caracterização de corrupção passiva. A participação de cada deputado foi detalhada, com Maranhãozinho atuando como líder, enquanto Pastor Gil e Bosco Costa integravam o núcleo político, desviando recursos de emendas.
Além disso, a investigação revelou que o agiota Josival Cavalcanti da Silva, conhecido como Pacovan, emprestava dinheiro aos deputados, que se comprometiam a devolvê-lo desviando verbas de emendas. O esquema envolveu ameaças ao prefeito e a utilização de um site local para prejudicar sua imagem, levando à denúncia do caso às autoridades.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Cristiano Zanin, votou nesta sexta-feira, 4 de abril, pela rejeição dos recursos de três deputados federais do PL, acusados de corrupção passiva e organização criminosa. O julgamento virtual, que ocorre na Primeira Turma, deve ser concluído na próxima sexta-feira, 11 de abril. Zanin afirmou que os embargos de declaração apresentados pela defesa não alteram a conclusão do julgamento e que não há omissões a esclarecer.
Os deputados Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e o suplente Bosco Costa tornaram-se réus em março, após decisão da Primeira Turma. A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o trio por supostamente ter solicitado R$ 1,6 milhão em propina ao então prefeito de São José do Ribamar, Eudes Ribeiro, para liberar uma emenda de quase R$ 7 milhões ao município. A investigação da Polícia Federal revelou um esquema de propina e ameaças a prefeitos.
O inquérito identificou que a organização criminosa, liderada por Maranhãozinho, utilizava uma “estrutura armada” para exigir a devolução de parte dos recursos. A PGR argumenta que a falha na execução do esquema não impede a caracterização de corrupção passiva. A participação de cada deputado foi detalhada, com Maranhãozinho atuando como líder, enquanto Pastor Gil e Bosco Costa integravam o núcleo político, desviando recursos de emendas.
A investigação também revelou que o agiota Josival Cavalcanti da Silva, conhecido como Pacovan, emprestava dinheiro aos deputados, que se comprometiam a devolvê-lo desviando verbas de emendas. O esquema envolveu ameaças ao prefeito e a utilização de um site local para prejudicar sua imagem, levando à denúncia do caso às autoridades.
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