O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul decidiu, por unanimidade, destituir o presidente Yoon Suk Yeol, após a declaração de lei marcial em dezembro de 2024, que gerou uma grave crise política. A decisão, anunciada na manhã de sexta-feira, 4 de abril de 2025, confirma o impeachment votado pela Assembleia Nacional em dezembro, quando Yoon foi suspenso do cargo. O tribunal considerou que suas ações não justificaram a imposição da lei marcial, que restringiu direitos civis e fechou o parlamento.
Yoon, ex-promotor, enfrenta agora acusações de insurreição, uma das poucas que não são cobertas pela imunidade presidencial. A lei marcial foi imposta em um discurso noturno, onde Yoon alegou a necessidade de proteger o país de forças comunistas, mas a medida foi revogada horas depois, após a oposição derrubar o decreto. A decisão do tribunal foi recebida com celebrações por parte dos opositores e protestos por seus apoiadores, evidenciando a polarização política no país.
A situação política na Coreia do Sul se tornou tensa, com grandes manifestações a favor e contra Yoon desde a declaração da lei marcial. O primeiro-ministro Han Duck-soo foi reinstalado como presidente interino e novas eleições devem ocorrer em até sessenta dias. A polícia reforçou a segurança em Seul, prevendo possíveis distúrbios após o veredito do tribunal.
Yoon, que se destacou por sua atuação como promotor em casos de corrupção, agora se vê em uma posição vulnerável, com sua carreira política ameaçada. A decisão do tribunal marca um momento significativo na história da democracia sul-coreana, sendo Yoon o segundo presidente a ser destituído por impeachment, seguindo o exemplo de Park Geun-hye em 2017.
O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul decidiu, por unanimidade, destituir o presidente Yoon Suk Yeol, após a declaração de lei marcial em dezembro de 2024, que gerou uma grave crise política. A decisão, anunciada na manhã de sexta-feira, 4 de abril de 2025, confirma o impeachment votado pela Assembleia Nacional em dezembro, quando Yoon foi suspenso do cargo. O tribunal considerou que suas ações não justificaram a imposição da lei marcial, que restringiu direitos civis e fechou o parlamento.
Yoon, ex-promotor, enfrenta agora acusações de insurreição, uma das poucas que não são cobertas pela imunidade presidencial. A lei marcial foi imposta em um discurso noturno, onde Yoon alegou a necessidade de proteger o país de forças comunistas, mas a medida foi revogada horas depois, após a oposição derrubar o decreto. A decisão do tribunal foi recebida com celebrações por parte dos opositores e protestos por seus apoiadores, evidenciando a polarização política no país.
A situação política na Coreia do Sul se tornou tensa, com grandes manifestações a favor e contra Yoon desde a declaração da lei marcial. O primeiro-ministro Han Duck-soo foi reinstalado como presidente interino e novas eleições devem ocorrer em até sessenta dias. A polícia reforçou a segurança em Seul, prevendo possíveis distúrbios após o veredito do tribunal.
Yoon, que se destacou por sua atuação como promotor em casos de corrupção, agora se vê em uma posição vulnerável, com sua carreira política ameaçada. A decisão do tribunal marca um momento significativo na história da democracia sul-coreana, sendo Yoon o segundo presidente a ser destituído por impeachment, seguindo o exemplo de Park Geun-hye em 2017.
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