A Universidade de Columbia anunciou a contratação de trinta e seis novos agentes de patrulha especial, que terão a autoridade para realizar prisões dentro do campus. Esses agentes foram designados pelo Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) e estarão subordinados ao comissário de polícia. A decisão foi tomada após a universidade solicitar à prefeitura a nomeação desses profissionais em resposta a protestos pró-Palestina que exigiram intervenção policial.
Os novos oficiais passaram pelo processo de aplicação do NYPD e possuem os mesmos poderes de prisão e uso de força física que os policiais regulares. A porta-voz da universidade, Samantha Slater, afirmou que a medida visa garantir uma resposta mais eficaz a distúrbios no campus, reduzindo a dependência do NYPD.
Os agentes poderão atuar em áreas de propriedade da universidade, onde os policiais do NYPD não têm jurisdição. Eles também serão responsáveis por relatar intimações e levar detidos ao distrito policial local. A universidade arcará com os custos de treinamento e salários dos oficiais, que continuarão como funcionários da instituição.
Essa criação ocorre em um contexto de crescente tensão em torno dos protestos no campus, que atraíram críticas de diversos setores. A universidade busca equilibrar a segurança no campus com as demandas da comunidade acadêmica, que discute a melhor forma de lidar com essas manifestações.
A Universidade de Columbia anunciou a nomeação de trinta e seis novos agentes de patrulha especial, que terão autoridade para realizar prisões em suas instalações. Os agentes foram designados pelo Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) e estarão subordinados ao comissário de polícia. A decisão foi tomada após a universidade solicitar à prefeitura a nomeação desses profissionais em 2024, em resposta a protestos pró-Palestina que exigiram intervenção policial.
Os novos oficiais passaram pelo processo de aplicação do NYPD, conforme a lei de Oficiais de Paz do estado, e possuem os mesmos poderes de prisão e uso de força física que os policiais regulares. A porta-voz da universidade, Samantha Slater, destacou que a medida visa garantir uma resposta mais eficaz a distúrbios no campus, reduzindo a dependência do NYPD.
Os agentes de patrulha especial poderão atuar em áreas de propriedade da universidade, onde os policiais do NYPD não têm jurisdição. Eles também serão responsáveis por relatar intimações e levar detidos ao distrito policial local. A universidade arcará com os custos de treinamento e salários dos oficiais, que permanecerão como funcionários da instituição.
A criação desse corpo de patrulha especial ocorre em um contexto de crescente tensão em torno dos protestos no campus, que atraíram críticas de diversos setores. A universidade busca, assim, equilibrar a segurança no campus com as demandas da comunidade acadêmica, que frequentemente discute a melhor forma de lidar com tais manifestações.
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