No dia 24 de outubro de 2019, a notária maior do reino, Dolores Delgado, supervisionou a exumação de Francisco Franco do Valle de los Caídos, um ato que gerou polêmica e resistência por parte da família do ditador. A operação foi realizada em um contexto de busca por normalização jurídica e moral na Espanha, após décadas de ditadura. A exumação foi aprovada pelos três poderes do Estado, representando um passo significativo na reconciliação histórica do país.
Durante o processo, a família de Franco se opôs à exumação e evitou se dirigir a Delgado, exceto em momentos pontuais. O presidente do Governo havia promovido essa ação como um símbolo de mudança, e a operação foi meticulosamente planejada para evitar imprevistos. A segurança do local foi intensificada, e os monges beneditinos, que geriam o local, foram instruídos a não resistir à exumação.
Os familiares, incluindo netos e bisnetos de Franco, chegaram ao Valle de los Caídos em furgões policiais. A cerimônia foi marcada por um clima de tensão, com a neta de Franco, conhecida como Merry, expressando sua indignação ao se dirigir ao local da exumação. O ato foi realizado sob a supervisão de autoridades do Estado e um médico forense, com a presença de um número limitado de testemunhas.
Após a exumação, o corpo foi colocado em um novo ataúde, e a cerimônia seguiu com um responso rezado pelo padre prior. A operação foi concluída sem incidentes, marcando um momento histórico para a Espanha, que buscava enfrentar seu passado e redefinir sua memória coletiva. A exumação de Franco não apenas alterou o local, mas também simbolizou uma mudança na forma como a história da ditadura é lembrada no país.
No dia 24 de outubro de 2019, a notária maior do reino, Dolores Delgado, supervisionou a exumação de Francisco Franco do Valle de los Caídos, um ato cercado de polêmica e resistência familiar. A operação foi realizada em um contexto de busca por normalização jurídica e moral na Espanha, após décadas de ditadura. A exumação foi aprovada pelos três poderes do Estado, refletindo um passo significativo na reconciliação histórica do país.
Durante o processo, a família de Franco se opôs à exumação e não se dirigiu a Delgado, exceto em momentos pontuais. O presidente do Governo havia promovido essa ação como um símbolo de mudança, e a operação foi meticulosamente planejada para evitar imprevistos. A segurança do local foi intensificada, e os monjes benedictinos, que geriam o local, foram instruídos a não resistir à exumação.
Os familiares, incluindo os netos e bisnetos de Franco, chegaram ao Valle de los Caídos em furgões policiais. A cerimônia foi marcada por um clima de tensão, com a neta de Franco, conhecida como Merry, expressando sua indignação ao se dirigir ao local da exumação. O ato foi realizado sob a supervisão de autoridades do Estado e um médico forense, com a presença de um número limitado de testemunhas.
Após a exumação, o corpo foi colocado em um novo ataúde, e a cerimônia seguiu com um responso rezado pelo padre prior. A operação foi concluída sem incidentes, marcando um momento histórico para a Espanha, que buscava enfrentar seu passado e redefinir sua memória coletiva. A exumação de Franco não apenas alterou o local, mas também simbolizou uma mudança na forma como a história da ditadura é lembrada no país.
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