Durante um evento em São Paulo, o ex-presidente Jair Bolsonaro criticou a condenação de dois vendedores, um pipoqueiro e um sorveteiro, que foram punidos por associação criminosa e incitação ao crime. Ele afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) já tem maioria para condená-los por golpe de Estado, chamando a situação de inacreditável. Carlos Antônio Eifler, o pipoqueiro, e Otoniel Francisco da Cruz, o sorveteiro, receberam penas de um ano de prisão, mas essas foram substituídas por serviços comunitários e cursos sobre democracia. Eles foram condenados na última sexta-feira e estão proibidos de usar redes sociais ou deixar suas cidades. O ministro Alexandre de Moraes, que cuidou dos casos, disse que as ações deles se encaixam em crimes cometidos em grupo, onde várias pessoas colaboram para um resultado. Eifler, de 54 anos, é de Lajeado (RS) e chegou a Brasília no dia dos ataques, afirmando que não quebrou nada. Ele expressou descontentamento com as eleições de 2022 e apoiou intervenções militares. O sorveteiro, de 45 anos e natural da Bahia, viajou para Brasília para protestar pacificamente contra algumas decisões do governo, mas acabou preso no acampamento. Até março de 2023, o STF já havia condenado 434 pessoas envolvidas nos ataques de janeiro. A condenação dos vendedores gerou bastante repercussão, especialmente após Bolsonaro mencionar o caso em inglês.
Durante um ato em São Paulo, o ex-presidente Jair Bolsonaro criticou a condenação de dois vendedores, um pipoqueiro e um sorveteiro, por associação criminosa e incitação ao crime. Ele afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) já tem maioria para condenar esses indivíduos por golpe de Estado, destacando a situação como “inacreditável”. A condenação se refere a Carlos Antônio Eifler e Otoniel Francisco da Cruz, que receberam penas de um ano de prisão e multa, substituídas por serviços comunitários e participação em cursos sobre democracia.
Os dois foram condenados na última sexta-feira, quatro de janeiro, e estão proibidos de usar redes sociais ou deixar suas comarcas. O ministro Alexandre de Moraes, relator dos casos, argumentou que os atos se encaixam em crimes multitudinários, onde a ação conjunta de vários indivíduos contribui para o resultado. Ele também mencionou a organização do acampamento golpista em frente ao Quartel-General do Exército, onde os condenados estavam presentes.
Carlos Eifler, de cinquenta e quatro anos, é empresário de Lajeado (RS) e chegou a Brasília no dia dos ataques, afirmando que não quebrou nada. Em suas redes sociais, ele expressou descontentamento com os resultados das eleições de 2022 e apoiou intervenções militares. Otoniel Francisco da Cruz, de quarenta e cinco anos, natural da Bahia, viajou para Brasília com o intuito de manifestar pacificamente contra algumas pautas do governo, embora tenha sido preso no acampamento.
Até março de 2023, o STF já havia condenado quatrocentos e trinta e quatro envolvidos nos ataques de janeiro. A condenação dos vendedores gerou repercussão nas redes sociais, especialmente após a citação de Bolsonaro em inglês, que destacou a situação como um exemplo da condução dos processos judiciais relacionados aos eventos de janeiro.
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