Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Governador de SC determina aposentadoria compulsória de policial militar trans após 25 anos de serviço

Governador de SC determina aposentadoria compulsória de policial militar trans após alegações de "inconstância laboral". Reações surgem.

0:00
Carregando...
0:00

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, decidiu aposentar a policial militar trans Lumen Lohn Freitas de forma compulsória após 25 anos de serviço. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado e se baseou em um parecer do Conselho de Justificação da Polícia Militar, que mencionou “inconstância laboral e questões de ordem comportamental”. A PM afirmou que o processo é sigiloso e negou que a decisão tenha relação com a identidade de gênero de Lumen.

Ela entrou para a corporação em 1998, é casada e mãe de três filhos. Entre 2019 e 2021, Lumen passou por tratamento de depressão e, em 2022, pediu a mudança de nome social após se identificar como transgênero. A situação gerou reações, como a do vereador Leonardo Camasão, que expressou apoio a Lumen e pediu que a decisão fosse revertida.

A Polícia Militar ainda não respondeu às perguntas sobre a aposentadoria. O caso levanta questões sobre a inclusão de pessoas trans nas forças de segurança e os desafios relacionados à saúde mental e direitos humanos no ambiente militar.

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, determinou a aposentadoria compulsória da policial militar trans Lumen Lohn Freitas, após 25 anos de serviço. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado em quatro de agosto e fundamentou-se em um parecer do Conselho de Justificação da Polícia Militar, que apontou “inconstância laboral e questões de ordem comportamental”. A PM informou que o processo está sob segredo e negou que a decisão esteja relacionada à identidade de gênero da major.

Lumen, que ingressou na corporação em mil novecentos e noventa e oito, é casada e mãe de três filhos. Entre dois mil e dezenove e dois mil e vinte e um, passou por tratamento de depressão. Em dois mil e vinte e dois, ao se identificar como transgênero, solicitou a mudança de nome social na corporação. A situação gerou reações, incluindo a do vereador de Florianópolis, Leonardo Camasão, que expressou solidariedade a Lumen e pediu a reversão da decisão.

A Polícia Militar ainda não se manifestou sobre as tentativas de contato a respeito da aposentadoria. O caso levanta questões sobre a inclusão e o tratamento de pessoas trans dentro das instituições de segurança pública, além de suscitar debates sobre saúde mental e direitos humanos no ambiente militar.

A aposentadoria de Lumen Lohn Freitas destaca a necessidade de uma reflexão mais profunda sobre a diversidade e a aceitação nas forças armadas, especialmente em relação a profissionais que enfrentam desafios relacionados à identidade de gênero e saúde mental.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais