A máfia italiana está se expandindo na Colômbia, com grupos como a Camorra e a ‘Ndrangheta fazendo parcerias com organizações locais, como o Gulf Clan. Recentemente, Emanuele Gregorini, conhecido como “Dollarino”, foi preso em Cartagena. Ele era procurado em mais de 190 países e cuidava do transporte de drogas da América do Sul para a Europa. As autoridades colombianas, junto com a polícia italiana e a Europol, também prenderam outros mafiosos em Medellín, como Gustavo Nocella e Luigi Belvedere. Nocella organizava o envio de cocaína para Amsterdam, enquanto Belvedere atuava como intermediário com o Gulf Clan, oferecendo dinheiro por um plano de fuga.
A relação entre as máfias italianas e os grupos colombianos se fortaleceu após o desmantelamento dos grandes cartéis nos anos 90. Especialistas afirmam que a máfia italiana agora busca negociar diretamente com os produtores colombianos para garantir a qualidade da droga e reduzir custos. A Colômbia se tornou um ponto estratégico para o tráfico internacional, atraindo mafias de vários países. Apesar dos esforços do governo colombiano para combater o tráfico, a produção de cocaína continua a crescer. Em 2023, a área cultivada com folhas de coca chegou a 253 mil hectares, cinco vezes mais do que em 2013. A demanda por cocaína, especialmente na Europa, continua alta, o que incentiva a presença de redes criminosas estrangeiras no país.
A presença da máfia italiana na Colômbia tem se intensificado, com grupos como Camorra e ‘Ndrangheta estabelecendo parcerias com organizações locais, como o Gulf Clan. Recentes prisões de líderes mafiosos, incluindo Emanuele Gregorini, conhecido como “Dollarino”, em Cartagena, evidenciam essa colaboração. Gregorini, procurado em mais de 190 países, era responsável pela logística de transporte de drogas da América do Sul para a Europa.
As autoridades colombianas, em conjunto com a polícia italiana e a Europol, realizaram uma operação que resultou na captura de outros camorristas, como Gustavo Nocella e Luigi Belvedere, em Medellín. Nocella coordenava a logística do transporte de cocaína para Amsterdam, enquanto Belvedere atuava como intermediário com o Gulf Clan, oferecendo até R$ 750 mil por um plano de fuga. A relação entre as máfias italianas e os grupos colombianos se fortaleceu desde a desarticulação dos grandes cartéis nos anos 90.
Especialistas apontam que a máfia italiana busca negociar diretamente com os produtores colombianos para garantir a qualidade da droga e reduzir custos operacionais. Sara García, investigadora da Insight Crime, destaca que a Colômbia se tornou um ponto estratégico para redes internacionais de tráfico, atraindo mafias de diversas origens. A colaboração com grupos locais é vista como essencial para o sucesso das operações.
Apesar dos esforços do governo colombiano para combater o tráfico de drogas, a produção de cocaína continua a crescer. Em 2023, a área cultivada com folhas de coca alcançou 253 mil hectares, cinco vezes mais do que em 2013. A demanda internacional por cocaína, especialmente na Europa, permanece alta, o que incentiva a presença de redes criminosas estrangeiras no país.
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