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Junta da Andaluzia sob investigação por malversação de R$ 235 milhões em contratos de saúde

- A juíza Rosa María García investiga malversação de R$ 235 milhões no SAS. - Demetrio González é o quarto membro do Executivo a ser investigado. - Junta se declarou responsável civil subsidiária, gerando confusão. - Podemos denuncia irregularidades e pede esclarecimentos sobre contratos. - A substituição de José Antonio Miranda levanta suspeitas sobre a gestão.

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A juíza Rosa María García está investigando a malversação de R$ 235 milhões em contratos do Serviço Andaluz de Saúde (SAS) em Cádiz. O diretor econômico de compras do SAS, Demetrio González, foi convocado como investigado, tornando-se o quarto membro do governo autonômico a ser imputado. Anteriormente, a gerente do SAS, Valle García, e seus dois antecessores, Miguel Ángel Guzmán e Diego Vargas, já estavam sob investigação.

González foi inicialmente chamado como testemunha, mas a juíza mudou sua convocação após depoimentos de interventores da Junta, que confirmaram irregularidades no fracionamento de contratos. Os auditores apontaram que o SAS emitiu 135.767 faturas, totalizando R$ 235 milhões em contratos menores, considerados como “fraude de lei”. A denúncia do partido Podemos levou à abertura da investigação, ao identificar indícios de crime.

A Junta se declarou responsável civil subsidiária, gerando confusão sobre sua posição na investigação. O governo andaluz apresentou escritos contraditórios sobre seu papel, inicialmente se colocando como parte prejudicada e, posteriormente, como responsável civil subsidiária. A porta-voz da Junta, Carolina Espanha, defendeu a mudança de postura, alegando que foi uma decisão dos serviços jurídicos.

O partido Podemos criticou a situação, afirmando que os R$ 235 milhões podem ser apenas a “ponta do iceberg” das irregularidades na saúde andaluza. O coportavoz de Podemos, José Manuel Jurado, exigiu esclarecimentos sobre os responsáveis políticos que aprovaram os contratos. Além disso, o responsável pelas contas do SAS, José Antonio Miranda, foi afastado recentemente, o que também gerou desconfiança entre os críticos da gestão do governo.

A juíza Rosa María García, responsável pela investigação sobre a malversação de R$ 235 milhões em contratos do Serviço Andaluz de Saúde (SAS) em Cádiz, convocou o diretor econômico de compras do SAS, Demetrio González, como investigado. Esta é a quarta imputação de um membro do Executivo autonômico relacionada aos contratos do SAS durante a pandemia e anos subsequentes. Anteriormente, a gerente do SAS, Valle García, e seus dois antecessores, Miguel Ángel Guzmán e Diego Vargas, já estavam sob investigação.

González foi inicialmente chamado como testemunha, mas a juíza alterou sua convocação após os depoimentos de interventores da Junta, que confirmaram irregularidades no fracionamento de contratos. Os auditores apontaram que o SAS emitiu 135.767 faturas, totalizando R$ 235 milhões em contratos menores, o que foi considerado “fraude de lei”. A denúncia do partido Podemos levou à abertura da investigação, ao identificar indícios de crime.

A Junta se declarou responsável civil subsidiária, gerando confusão sobre sua posição na investigação. O governo andaluz apresentou escritos contraditórios sobre seu papel, inicialmente se colocando como parte prejudicada e, posteriormente, como responsável civil subsidiária. A porta-voz da Junta, Carolina Espanha, defendeu a mudança de postura, alegando que foi uma decisão dos serviços jurídicos.

O partido Podemos criticou a situação, afirmando que os R$ 235 milhões podem ser apenas a “ponta do iceberg” das irregularidades na saúde andaluza. O coportavoz de Podemos, José Manuel Jurado, exigiu esclarecimentos sobre os responsáveis políticos que aprovaram os contratos. Além disso, o responsável pelas contas do SAS, José Antonio Miranda, foi afastado recentemente, e sua saída também gerou desconfiança entre os críticos da gestão do governo.

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