Quatro migrantes foram absolvidos em apelação pela suposta responsabilidade no incêndio do campo de refugiados de Moria, em Lesbos, que ocorreu em setembro de 2020. O tribunal juvenil de Mytilene decidiu que não havia provas suficientes para sustentar a condenação anterior, que havia imposto penas de dez anos de prisão. O incêndio destruiu grande parte do campo, deixando cerca de 13 mil pessoas sem abrigo em meio a tensões agravadas pela pandemia de Covid-19.
Os réus, que inicialmente foram considerados adultos, foram reclassificados como menores após a apelação, que questionou a veracidade de sua idade no momento do incidente. O advogado dos réus, Zacharias Kesses, afirmou que a condenação anterior se baseou apenas no testemunho de uma única pessoa, sem evidências adicionais. Ele criticou o sistema judicial, destacando que seus clientes foram mantidos em prisões inadequadas por quase três anos e meio.
Além dos quatro absolvidos, dois outros migrantes, reconhecidos como menores desde o início, receberam penas reduzidas de cinco para quatro anos, mas já foram liberados. O campo de Moria, projetado para abrigar até três mil pessoas, estava superlotado, com até vinte mil vivendo em condições precárias, o que contribuiu para a crise humanitária na região.
O incêndio forçou milhares a abandonarem suas moradias improvisadas, incluindo famílias com crianças, gerando uma emergência humanitária em Lesbos. A situação no campo, que se tornou um símbolo da crise migratória na Europa, continua a suscitar preocupações sobre as condições de vida dos refugiados e a eficácia das respostas governamentais.
Quatro migrantes foram absolvidos em apelação pela suposta responsabilidade no incêndio do campo de refugiados de Moria, em Lesbos, ocorrido em setembro de 2020. O tribunal juvenil de Mytilene decidiu que não havia provas suficientes para sustentar a condenação anterior, que resultou em penas de dez anos de prisão. O incêndio devastou grande parte do campo, deixando cerca de 13 mil pessoas sem abrigo em meio a tensões exacerbadas pela pandemia de Covid-19.
Os quatro réus, inicialmente classificados como adultos, foram reclassificados como menores após a apelação, que questionou a veracidade de sua idade no momento do incidente. O advogado dos réus, Zacharias Kesses, destacou que a condenação anterior se baseou apenas no testemunho de uma única pessoa, sem evidências adicionais. Ele criticou o sistema judicial, afirmando que seus clientes foram mantidos em prisões inadequadas por quase três anos e meio.
Além dos quatro absolvidos, dois outros migrantes, reconhecidos como menores desde o início, receberam penas reduzidas de cinco para quatro anos, mas já foram liberados. O campo de Moria, projetado para abrigar até três mil pessoas, estava superlotado, com até vinte mil vivendo em condições precárias, o que contribuiu para a crise humanitária na região.
O incêndio forçou milhares a abandonarem suas moradias improvisadas, incluindo famílias com crianças, gerando uma emergência humanitária em Lesbos. A situação no campo, que se tornou um símbolo da crise migratória na Europa, continua a suscitar preocupações sobre as condições de vida dos refugiados e a eficácia das respostas governamentais.
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