O senador Hamilton Mourão criticou o pastor Silas Malafaia, chamando-o de “falastrão” após Malafaia ofender generais do Exército em uma manifestação em São Paulo. Mourão, que é general, disse que o pastor mostrou falta de respeito ao atacar os militares durante um ato que pedia anistia para os envolvidos nos eventos de 8 de janeiro. Malafaia se referiu aos generais como “frouxos” e “covardes”, questionando a postura deles. Mourão ressaltou que o discurso do pastor demonstrou desconhecimento sobre os valores de honra e dever que guiam os militares. O ex-presidente Jair Bolsonaro apoiou Malafaia, dizendo que ficou triste com as verdades que ele expressou. Malafaia, que organizou a manifestação, também criticou o presidente da Câmara, Hugo Motta, por não pautar o projeto de anistia. Essa não é a primeira vez que Malafaia critica as Forças Armadas; em abril do ano passado, ele pediu a renúncia dos comandantes militares e defendeu que oficiais de alto escalão não assumissem cargos até que o Senado investigasse ministros do Supremo Tribunal Federal.
O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) criticou o pastor Silas Malafaia, chamando-o de “falastrão” após ofensas dirigidas a generais do Exército durante uma manifestação em São Paulo. Mourão, que é general do Exército, afirmou que Malafaia demonstrou “total falta de escrúpulos” ao atacar os militares, em um ato que defendia a anistia aos envolvidos nos eventos golpistas de oito de janeiro.
Durante o evento, Malafaia se referiu aos generais como “frouxos” e “covardes”, questionando a postura deles diante da situação política. Mourão, em sua postagem nas redes sociais, destacou que o discurso do pastor evidenciou seu desconhecimento sobre os valores de Honra, Dever e Pátria, fundamentais para os integrantes do Exército.
O ex-presidente Jair Bolsonaro manifestou apoio a Malafaia, afirmando que ficou “muito triste” não com o pastor, mas com as verdades que ele expressou. Malafaia, que organizou a manifestação, também criticou o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), por não pautar o projeto de anistia.
Essa não é a primeira vez que Malafaia se posiciona contra as Forças Armadas. Em abril do ano passado, ele pediu a renúncia dos comandantes militares e defendeu que nenhum oficial de quatro estrelas assumisse os postos até que o Senado investigasse ministros do Supremo Tribunal Federal.
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