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Polícia retira convocação ao emir de Kano após protestos e tensão entre rivais

- A polícia retirou convocação ao emir de Kano, Muhammadu Sanusi, após protestos. - Sanusi desafiou proibição e participou de parada de cavalos, causando confrontos. - Um homem foi morto em brigas entre apoiadores de Sanusi e Bayero. - Sanusi foi deposto em 2020, mas retornou ao trono em 2022, gerando disputas. - A influência dos líderes tradicionais é significativa, apesar de poucos poderes constitucionais.

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A polícia da Nigéria retirou uma convocação ao emir de Kano, Muhammadu Sanusi, após forte reação pública. Sanusi, que disputa a coroa com seu primo Aminu Ado Bayero, desafiou uma proibição da polícia e participou de uma tradicional parada de cavalos, o durbar, após as orações do Eid al-Fitr. O evento resultou em confrontos entre grupos rivais, culminando na morte de um homem.

Após os conflitos, a polícia solicitou que Sanusi comparecesse à sede da polícia nacional em Abuja. No entanto, a convocação gerou protestos, com muitos cidadãos afirmando que a ação desrespeitava a tradição do emirado, uma das instituições mais antigas do país. Os líderes tradicionais na Nigéria, embora com poucos poderes constitucionais, exercem grande influência como guardiões da religião e da cultura.

Diante da pressão, o chefe da polícia da Nigéria anunciou que os oficiais iriam a Kano para coletar o depoimento de Sanusi. O emir retornou ao trono em 2022, após ter sido deposto em 2020 por insubordinação ao governo estadual de Kano. Bayero, que foi destituído após quatro anos, ainda contesta a legitimidade da posição de Sanusi na justiça.

Atualmente, Sanusi reside no palácio oficial do emir, enquanto Bayero ocupa uma das residências menores do emirado. A disputa entre os dois continua a gerar tensões na região, refletindo a complexidade das relações de poder entre as autoridades tradicionais e o governo nacional.

A polícia da Nigéria retirou uma convocação feita ao emir de Kano, Muhammadu Sanusi, após forte reação pública. Sanusi, que disputa a coroa com seu primo Aminu Ado Bayero, desafiou uma proibição da polícia e participou de uma tradicional parada de cavalos, o durbar, após as orações do Eid al-Fitr. O evento resultou em confrontos entre grupos rivais, culminando na morte de um homem.

Após os conflitos, a polícia solicitou que Sanusi comparecesse à sede da polícia nacional em Abuja. No entanto, a convocação gerou protestos, com muitos cidadãos afirmando que a ação desrespeitava a tradição do emirado, uma das instituições mais antigas do país. Os líderes tradicionais na Nigéria, embora com poucos poderes constitucionais, exercem grande influência como guardiões da religião e da cultura.

Diante da pressão, o chefe da polícia da Nigéria anunciou que os oficiais iriam a Kano para coletar o depoimento de Sanusi. O emir retornou ao trono em 2022, após ter sido deposto em 2020 por insubordinação ao governo estadual de Kano. Bayero, que foi destituído após quatro anos, ainda contesta a legitimidade da posição de Sanusi na justiça.

Atualmente, Sanusi reside no palácio oficial do emir, enquanto Bayero ocupa uma das residências menores do emirado. A disputa entre os dois continua a gerar tensões na região, refletindo a complexidade das relações de poder entre as autoridades tradicionais e o governo nacional.

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