Senadores acreditam que o ministro Pablo Cardoso será aprovado para liderar a embaixada do Brasil em Guiné-Bissau, mesmo após um incidente polêmico envolvendo um desenho inapropriado. A expectativa é que a sabatina no Senado seja complicada, mas a chance de rejeição é baixa. O governo decidiu manter a indicação de Cardoso, o que, segundo os senadores, encerra a questão. O vice-presidente Geraldo Alckmin enviou o nome dele ao Senado para análise. Cardoso e outras onze autoridades aguardam a leitura de seus nomes pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Depois disso, será escolhido um relator e marcada a data da sabatina. A Polícia Federal investigou o caso e encontrou indícios de uma ameaça, mas o inquérito foi arquivado. Cardoso, que atualmente é ministro-conselheiro em Lisboa, assumirá seu primeiro cargo no exterior se for aprovado.
Senadores consideram a aprovação do ministro de segunda classe Pablo Cardoso para liderar a embaixada brasileira em Guiné-Bissau como certa, apesar de um incidente polêmico envolvendo um desenho de um “pênis alado” enviado a um colega do Itamaraty. A expectativa é de que a sabatina no Senado seja conturbada, mas com baixas chances de rejeição.
O governo decidiu manter a indicação de Cardoso, o que, segundo os parlamentares, encerra o episódio. Na semana passada, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, que estava na presidência interina devido à viagem do presidente Lula, enviou o nome do diplomata ao Senado para apreciação.
Atualmente, o nome de Cardoso e de outras onze autoridades aguardam a leitura em plenário pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Após essa etapa, será designado um relator e o presidente da Comissão de Relações Exteriores definirá a data da sabatina.
A Polícia Federal (PF) concluiu que havia indícios de uma suposta ameaça relacionada ao caso, mas o inquérito foi arquivado. A Corregedoria do Ministério das Relações Exteriores (MRE) também foi acionada. Se aprovado, Cardoso assumirá seu primeiro cargo em uma missão no exterior, atualmente ocupando o cargo de ministro-conselheiro na Missão do Brasil junto à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, em Lisboa.
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