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Bolsonaro mobiliza milhares em ato pela anistia, mas enfrenta resistência no Congresso

Bolsonaro mobiliza apoiadores em ato pela anistia, mas pressão no Congresso e resistência do presidente da Câmara dificultam avanço da proposta.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro organizou uma manifestação na Avenida Paulista para pedir anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, reunindo cerca de 44 mil pessoas. Apesar da mobilização, o presidente da Câmara, Hugo Motta, decidiu não colocar o projeto de anistia em votação, o que deixou os aliados de Bolsonaro insatisfeitos. O Conselho Nacional de Direitos Humanos também se opôs à proposta, considerando-a uma ameaça à democracia.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que participou do ato, defendeu a anistia como uma solução política e prometeu buscar apoio entre os parlamentares. Ele comparou a proposta a anistias do passado, como a de 1979, e disse que muitos dos envolvidos nos atos de janeiro não tinham plena consciência do que faziam. O projeto visa anistiar todos que cometeram crimes políticos ou eleitorais desde 30 de outubro de 2022.

No entanto, a aprovação da anistia enfrenta dificuldades no Congresso. Líderes afirmam que, embora a manifestação mostre a força de Bolsonaro, a proposta não deve avançar, especialmente por causa da possibilidade de um veto do Supremo Tribunal Federal. A coleta de assinaturas para o requerimento de urgência continua, mas são necessários 257 apoios, e até agora apenas 197 deputados se manifestaram a favor.

Embora a manifestação em São Paulo tenha sido maior que a anterior em Copacabana, isso não garantiu a urgência da anistia. O Partido Liberal agora foca em negociações individuais com os deputados e planeja divulgar um “carômetro” para acompanhar o apoio à proposta. A situação é tensa, com a possibilidade de que a anistia não avance rapidamente devido à divisão entre os parlamentares e à pressão popular.

O ex-presidente Jair Bolsonaro organizou uma manifestação na Avenida Paulista em apoio à anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro, reunindo cerca de 44 mil pessoas, segundo estimativas. Apesar da mobilização, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, decidiu não pautar a urgência do projeto de anistia, descontentando aliados de Bolsonaro. O Conselho Nacional de Direitos Humanos também se manifestou contra a proposta, considerando-a uma ameaça à democracia.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que participou do ato, defendeu a anistia como um “remédio político” e prometeu articular apoio entre os parlamentares. Ele comparou a proposta a anistias anteriores, como a de 1979, durante a ditadura militar, e afirmou que muitos dos envolvidos nos atos de janeiro não tinham plena consciência do que faziam. O projeto de lei busca anistiar todos que praticaram crimes políticos ou eleitorais desde o dia 30 de outubro de 2022.

Entretanto, a pressão pela aprovação da anistia enfrenta resistência no Congresso. Líderes do centrão afirmam que o ato demonstrou a força de Bolsonaro, mas consideram que a proposta não deve avançar, especialmente devido à possibilidade de um veto do Supremo Tribunal Federal (STF). A coleta de assinaturas para o requerimento de urgência continua, mas a aprovação depende do apoio de 257 deputados, e até o momento, apenas 197 se manifestaram favoráveis.

A manifestação em São Paulo foi maior do que a anterior em Copacabana, mas não conseguiu garantir a urgência da anistia. A estratégia do PL (Partido Liberal) agora se concentra em negociações individuais com os deputados, enquanto a cúpula do partido planeja divulgar um “carômetro” para monitorar o apoio à proposta. A situação permanece tensa, com a possibilidade de que a anistia não avance no curto prazo, dada a divisão entre os parlamentares e a pressão popular.

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