O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, apoiou a ideia de dar anistia a pessoas envolvidas nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. Essa posição gerou descontentamento entre os membros do Partido dos Trabalhadores (PT), que ajudaram Riedel a ser eleito em 2022. Ele defendeu a anistia como uma medida necessária para trazer paz ao país e a chamou de “caráter humanitário”.
Riedel fez uma comparação entre os erros do Judiciário e os atos de vandalismo em Brasília, dizendo que não se deve repetir os mesmos erros. Essa declaração provocou reações negativas dentro do PT, que emitiu uma nota se opondo à sua postura e pedindo coerência, já que Riedel se apresentou como defensor da democracia nas eleições.
Alguns membros do PT, como a deputada Gleice Jane, sugeriram que o partido se retire da base do governo, enquanto Zeca do PT criticou Riedel, chamando sua atitude de vergonhosa. Apesar das críticas, o PT ainda ocupa cargos no governo, com oito integrantes em subsecretarias. O partido ainda não decidiu romper a aliança. Internamente, o PT discute sua estratégia para as próximas eleições, onde Riedel tentará a reeleição. Antes da polêmica, havia um movimento para que ele apoiasse um candidato do PT ao Senado. A situação política em Mato Grosso do Sul continua tensa, com a necessidade de definir os rumos eleitorais.
O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, manifestou apoio à anistia para os envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, o que gerou descontentamento entre membros do Partido dos Trabalhadores (PT). Riedel, que foi eleito em 2022 com o apoio do PT e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu a proposta como um passo necessário para a pacificação do país, considerando-a de “caráter humanitário”.
Durante uma publicação nas redes sociais, o governador comparou os excessos do Judiciário aos atos de vandalismo ocorridos em Brasília, afirmando que não se deve repetir erros do passado. Essa postura provocou uma reação negativa entre os petistas, que emitiram uma nota oficial expressando sua oposição à posição de Riedel e cobrando coerência, uma vez que ele se apresentou como defensor da democracia nas eleições.
A deputada Gleice Jane sugeriu que o PT se retire da base governista, enquanto Zeca do PT criticou Riedel, chamando sua postura de “vergonha” e de ser “porta-voz do retrocesso”. Apesar das críticas, o PT ainda ocupa cargos no governo estadual, com oito integrantes do partido em subsecretarias. A sigla não indicou, até o momento, que pretende romper a aliança.
Internamente, o PT discute sua estratégia para as próximas eleições, nas quais Riedel buscará a reeleição. Antes da polêmica, havia um movimento dentro do partido para que o governador apoiasse um candidato petista ao Senado. A situação política em Mato Grosso do Sul continua tensa, com a necessidade de definir os rumos eleitorais em um cenário de crescente divergência.
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