Funcionários da Eletronuclear, em Angra dos Reis, entraram em greve por tempo indeterminado na tarde de terça-feira, 8 de abril. Eles pedem a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho e um aumento salarial de 3,69%, que é o que o índice de preços indica para o período. A empresa disse que tomará medidas para garantir a segurança das usinas nucleares Angra 1 e 2.
O sindicato que representa os trabalhadores quer também participar das decisões da usina. A Eletronuclear afirmou que já fez uma proposta que inclui o aumento salarial, mas o problema é uma cláusula que daria aos sindicatos poder na gestão da empresa. A companhia lamentou a situação, dizendo que essa cláusula exigiria a aprovação dos sindicatos para mudar regras internas, o que, segundo eles, não é permitido pela lei. A greve mostra o descontentamento dos funcionários com o acordo e o aumento salarial, e a situação ainda está se desenrolando.
Funcionários da Eletronuclear, em Angra dos Reis, decidiram entrar em greve por tempo indeterminado na tarde de terça-feira, 8 de abril. Eles exigem a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e um reajuste salarial de 3,69%, correspondente ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do período. A empresa, por sua vez, afirmou que tomará as medidas necessárias para garantir a operação segura das usinas nucleares Angra 1 e 2.
O sindicato que representa os trabalhadores, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Energia Elétrica do Estado do Rio de Janeiro (STIEPAR), também busca participação nas decisões da usina. A Eletronuclear declarou que apresentou uma proposta de acordo que inclui o reajuste integral de salários e benefícios pelo IPCA, mas o impasse reside na cláusula que concede aos sindicatos influência na gestão da empresa.
A companhia lamentou a situação, destacando que a inclusão dessa cláusula obrigaria a Eletronuclear a obter a anuência dos sindicatos para modificar normativos internos. Isso, segundo a empresa, contraria a legislação vigente, especificamente o artigo 138 da Lei das Sociedades por Ações (Lei 6.404/1976), além de suas próprias regras de governança.
A greve reflete um descontentamento prévio dos funcionários em relação ao ACT e ao reajuste salarial, evidenciando a tensão entre a gestão da empresa e os representantes dos trabalhadores. A situação continua em desenvolvimento, com a expectativa de que as partes busquem um entendimento para resolver o impasse.
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