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Manuel García-Mansilla renuncia após Senado rejeitar sua indicação ao Supremo argentino

Manuel García-Mansilla renuncia após rejeição no Senado, marcando um momento inédito na democracia argentina. Controvérsias cercam as nomeações de Milei.

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Manuel García-Mansilla deixou o cargo de juiz do Supremo Tribunal da Argentina depois que o Senado rejeitou sua candidatura, assim como a de Ariel Lijo. Essa situação é a primeira do tipo em mais de 40 anos de democracia no país. As nomeações feitas pelo presidente Javier Milei, por decreto, enfrentaram dificuldades devido à minoria de sua coligação no Senado.

Na quinta-feira, enquanto Milei estava nos Estados Unidos, os senadores barraram as duas indicações. Lijo teve 27 votos a favor e 43 contra, enquanto García-Mansilla foi rejeitado por 51 senadores, com apenas 20 a favor. A Casa Rosada criticou a decisão, afirmando que os senadores tiveram tempo suficiente para analisar as nomeações.

García-Mansilla, que já havia assumido o cargo, escreveu uma carta dizendo que a falta de juízes no Supremo é um problema que precisa ser resolvido rapidamente. Ele destacou que o tribunal não pode funcionar bem com apenas três juízes, já que está reduzido desde dezembro de 2024. A nomeação de Lijo gerou polêmica por causa de acusações de corrupção e lavagem de dinheiro, e ele é um dos juízes mais denunciados no país. A oposição alegou que a permanência de García-Mansilla era inconstitucional, especialmente após sua rejeição pelo Senado.

Manuel García-Mansilla renunciou ao cargo de juiz do Supremo Tribunal da Argentina após o Senado rejeitar sua candidatura, assim como a de Ariel Lijo. A decisão, ocorrida na última semana, é inédita em mais de quatro décadas de democracia no país. As nomeações feitas pelo presidente da República, Javier Milei, por decreto, enfrentaram resistência devido à minoria da coligação de Milei no Senado.

Na quinta-feira, enquanto Milei estava nos Estados Unidos, os senadores barraram as duas indicações. Lijo recebeu 27 votos a favor e 43 contra, enquanto García-Mansilla foi rejeitado por 51 senadores, com apenas 20 a favor. A Casa Rosada criticou a decisão, afirmando que os senadores tiveram tempo suficiente para analisar as nomeações.

García-Mansilla, que já havia tomado posse, argumentou em uma carta que a falta de juízes no Supremo é um problema institucional que requer solução urgente. Ele destacou que o tribunal não pode operar adequadamente com apenas três juízes, uma vez que a corte ficou reduzida desde dezembro de 2024.

A nomeação de Lijo gerou polêmica devido a acusações de corrupção e lavagem de dinheiro. Ele é considerado um dos juízes mais denunciados perante o Conselho da Magistratura. A oposição alegou que a permanência de García-Mansilla no cargo era inconstitucional, especialmente após sua rejeição pelo Senado.

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