O deputado federal Marcos Pollon, do PL, está enfrentando críticas de antigos aliados e denúncias sobre o uso inadequado de recursos da Associação Nacional Movimento Proarmas, que ele criou para apoiar a causa armamentista. Recentemente, Pollon fez um discurso citando Leonel Brizola, dizendo que a política não perdoa traidores, referindo-se a colegas que, após apoiá-lo, agora discordam de suas ideias consideradas extremas. A polêmica envolve um projeto de lei que pretende aumentar as penas relacionadas ao uso de armas.
Pollon, que começou seu mandato com forte apoio de Jair Bolsonaro, agora se sente isolado entre os defensores das armas. A situação piorou com uma denúncia anônima que afirma que ele usou o Proarmas para benefício pessoal, comprando cursos de uma empresa que pertence a ele. Pollon defende que sempre foi claro sobre a relação entre a associação e sua empresa, mas ex-aliados, como o advogado César Mello, afirmam que ele transformou o Proarmas em uma empresa familiar.
A mudança na postura de Pollon, que passou de um estilo de negociação para um comportamento mais radical, gerou descontentamento entre seus apoiadores. Um deputado da Comissão de Segurança Pública comentou que Pollon perdeu credibilidade e apoio, com muitos se sentindo enganados. Além disso, sua falta de diálogo com o Ministério da Justiça, que defende um controle mais rigoroso sobre armas, tem sido criticada, especialmente após um discurso em que ele usou palavras ofensivas contra opositores.
Pollon, que se destacou na política armamentista desde 2005, afirma que ainda mantém apoio em seu estado e que sua influência não foi totalmente perdida. Ele menciona que conseguiu impedir a votação de um projeto que estava prestes a ser aprovado como prova de sua força. Apesar das dificuldades, Pollon acredita que continua bem relacionado com figuras importantes do bolsonarismo e que a luta pela causa armamentista ainda está longe de acabar.
O deputado federal Marcos Pollon (PL) tem enfrentado críticas severas de ex-aliados e denúncias sobre o uso indevido de recursos da Associação Nacional Movimento Proarmas (Proarmas), que ele fundou para promover a pauta armamentista. Em um recente discurso, Pollon citou Leonel Brizola, afirmando que “a política ama a traição, mas abomina o traidor”, referindo-se a parlamentares que, após apoiá-lo, agora discordam de suas posições consideradas radicais. A controvérsia gira em torno do PL 4149, que propõe endurecer o Estatuto do Desarmamento.
Pollon, que começou seu mandato com forte apoio de Jair Bolsonaro, agora se vê isolado entre os armamentistas. A situação se agravou com uma denúncia anônima que alega que ele usou o Proarmas para benefício pessoal, comprando cursos online de uma empresa privada de sua propriedade. Pollon defende que sempre foi transparente sobre a relação entre a associação e sua empresa, mas ex-aliados, como o advogado César Mello, alegam que ele transformou o Proarmas em uma “holding familiar”.
A postura de Pollon, que passou de um estilo de negociação para um comportamento mais radical, tem gerado descontentamento entre seus apoiadores. Um deputado da Comissão de Segurança Pública afirmou que Pollon perdeu credibilidade e apoio político, com muitos atiradores se sentindo enganados. Além disso, sua falta de diálogo com o Ministério da Justiça, que defende um controle mais rigoroso sobre armas, tem sido criticada, especialmente após um discurso em que ele usou palavras ofensivas contra opositores.
Pollon, que se destacou na política armamentista desde 2005, alega que ainda mantém apoio em seu estado e que sua influência não foi totalmente perdida. Ele se refere a sua capacidade de impedir a votação de um projeto que estava prestes a ser aprovado como uma demonstração de força. Apesar das dificuldades, Pollon afirma que continua bem relacionado com figuras importantes do bolsonarismo e que a luta pela causa armamentista ainda está longe de terminar.
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