O parlamento da Holanda decidiu proibir a compra e o uso de fogos de artifício, mas essa proibição só começará a valer no Ano Novo de 2026. Essa decisão foi tomada devido ao aumento de ferimentos e danos causados por fogos de artifício, que resultaram em duas mortes e mais de mil atendimentos de emergência no último réveillon. Apesar de três quartos da população apoiar a proibição, a implementação foi adiada por causa de preocupações com compensações financeiras para os fornecedores.
Partidos como o VVD e o NSC apoiaram a proibição, enquanto outros argumentaram que a maioria dos problemas vem de fogos de artifício ilegais. No último Ano Novo, houve 200 prisões e os danos causados foram estimados em 16 milhões de euros. Algumas cidades tentaram criar áreas sem fogos, mas essas regras foram ignoradas.
Agora, há receios de que o próximo réveillon seja marcado por um uso intenso de fogos de artifício, com autoridades expressando preocupações sobre a segurança. A situação de violência relacionada aos fogos não é exclusiva da Holanda, com problemas semelhantes também na Bélgica e na Alemanha. Os fornecedores de fogos de artifício estão pedindo cerca de 895 milhões de euros em compensação por seus estoques. O governo estima que a compensação seria de 100 a 150 milhões de euros se a proibição fosse imediata, mas poderia cair para 50 milhões se a medida for adiada até 2026.
O parlamento holandês aprovou a proibição da compra e uso de fogos de artifício, com a implementação prevista para o Ano Novo de 2026. A decisão foi motivada pelo aumento de ferimentos e danos associados a essas celebrações, que resultaram em duas mortes e 1.162 atendimentos de emergência no último réveillon. Apesar do apoio de três quartos da população para a proibição, preocupações com compensações financeiras para fornecedores levaram ao adiamento da medida.
A proposta de banir os fogos de artifício recebeu apoio de partidos como o VVD e o NSC, enquanto outras legendas argumentaram que a maioria dos problemas decorre de fogos ilegais. A situação se agravou com a ocorrência de 200 prisões e danos estimados em € 16 milhões no último Ano Novo. Algumas cidades tentaram implementar zonas livres de fogos, mas as restrições foram amplamente ignoradas.
A expectativa é que o adiamento da proibição resulte em um último réveillon de uso legal de fogos, o que preocupa autoridades como Mirjam Bikker, da Christian Union, que teme um cenário de “Armageddon”. O clima de violência associado aos fogos de artifício não é exclusivo da Holanda, com relatos semelhantes na Bélgica e na Alemanha, onde a polícia se sente em uma “zona de guerra”.
Os fornecedores de fogos de artifício reivindicam cerca de € 895 milhões em compensação devido ao estoque acumulado. O governo estima que a compensação seria de € 100 a 150 milhões se a proibição fosse implementada imediatamente, mas poderia cair para € 50 milhões se a medida for adiada até 2026.
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