A Câmara dos Deputados aprovou a tramitação urgente de quatro propostas que ajudam o Poder Judiciário, enquanto o projeto de anistia para os condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023 ficou em segundo plano. O presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que não vai discutir propostas que possam causar crises. O líder do Partido Liberal (PL), Sóstenes Cavalcante, informou que o partido parou de obstruir as votações e agora busca apoio para o requerimento de urgência da anistia, já contando com 208 das 257 assinaturas necessárias. A nova estratégia envolve diálogo e ações para conseguir mais apoio, como abordagens a parlamentares no Aeroporto Juscelino Kubitschek.
A proposta de anistia, que perdoa pessoas acusadas de crimes políticos ou eleitorais, enfrenta resistência de partidos centristas. Motta indicou que não é o momento para avançar com essa proposta, e líderes de partidos centristas criticaram a pressão do PL. Mesmo com apoio de algumas legendas, a votação da proposta ainda não está garantida. Sóstenes, orientado por Jair Bolsonaro, decidiu mudar a abordagem e não expor os deputados que não assinaram o requerimento, focando em convencer os presidentes dos partidos a apoiar a anistia. A mobilização continua a gerar controvérsias e divisões entre os partidos na Câmara.
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, a tramitação urgente de quatro propostas que beneficiam o Poder Judiciário, enquanto o projeto de lei que concede anistia a condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023 permanece em segundo plano. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que não pautaria propostas que possam gerar “crises institucionais”. A urgência permite que as propostas sejam discutidas diretamente no plenário, sem passar pelas comissões.
O líder do Partido Liberal (PL), Sóstenes Cavalcante (RJ), anunciou que o partido abandonou a obstrução e agora busca apoio para o requerimento de urgência da anistia, contabilizando 208 das 257 assinaturas necessárias. Ele afirmou que a nova estratégia envolve diálogo e ações para angariar mais apoio, incluindo abordagens a parlamentares no Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília.
A proposta de anistia, que perdoa acusados e condenados por crimes políticos ou eleitorais, enfrenta resistência de partidos centristas. O presidente da Câmara indicou que não é o momento para avançar com a proposta, e líderes de partidos centristas criticaram a pressão do PL sobre a presidência da Casa. Mesmo com o apoio de algumas legendas, a proposta ainda não tem garantias de votação.
Sóstenes Cavalcante, orientado por Jair Bolsonaro, decidiu mudar a abordagem, desistindo de expor os deputados que não assinaram o requerimento. O foco agora é convencer os presidentes dos partidos a apoiar a anistia, enquanto o PL busca aumentar o número de assinaturas. A mobilização pela anistia continua a gerar controvérsia e divisões entre os partidos na Câmara.
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