Policiais militares de São Paulo estão enfrentando problemas com os coletes que usam. Muitos desses coletes estão vencidos, e os policiais precisam compartilhar os equipamentos, o que gera desconforto e falta de higiene. Eles têm recebido coletes suados e que não servem bem. Essa situação já dura desde fevereiro e afeta batalhões em várias cidades, como Guarulhos e Campinas. Um documento interno pede que os policiais façam a troca dos coletes e os limpem antes de passar para outro colega.
Recentemente, o governo anunciou a compra de 17 mil coletes novos, que devem chegar em breve. No entanto, não foi explicado por que a compra não foi feita antes que os coletes antigos vencessem. A Secretaria de Segurança Pública disse que os novos coletes vão atender os policiais e ainda criar uma reserva de 4 mil unidades. A gestão atual não respondeu sobre o planejamento dessa compra.
Um coronel da reserva da PM comentou que essa situação não é comum e pode ser resultado de falhas no planejamento ou problemas com a licitação. O processo para comprar 14 mil coletes começou em setembro, mas teve atrasos devido a impugnações. A compra foi feita de uma empresa francesa, mas o valor não foi divulgado.
Em janeiro, um policial foi salvo por seu colete durante um tiroteio, mostrando a importância desse equipamento. Nos primeiros meses do ano, a PM registrou um policial morto e dez feridos, enquanto matou noventa pessoas e feriu sessenta e uma. Esses dados são da própria Secretaria de Segurança Pública, que também promove o uso do colete em treinamentos.
Policiais militares de São Paulo enfrentam dificuldades devido à validade dos coletes balísticos, sendo obrigados a revezar os equipamentos. Agentes relatam desconforto e falta de higiene, recebendo coletes suados e inadequados. A situação se estende desde fevereiro, afetando batalhões em cidades como Guarulhos e Campinas. Um documento interno orienta a troca de coletes, com policiais responsáveis pela higienização antes da entrega.
Recentemente, a gestão estadual anunciou a compra de dezessete mil novos coletes, que serão entregues em breve. Contudo, não foi esclarecido por que a aquisição não ocorreu antes do vencimento dos equipamentos antigos. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirma que os novos coletes atenderão ao efetivo operacional e criarão uma reserva de quatro mil unidades. A gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos) não respondeu sobre o planejamento da compra.
O coronel da reserva da PM José Vicente destacou que a situação atual não é comum e pode ser resultado de falhas no planejamento ou problemas de licitação. O processo para a compra de quatorze mil coletes começou em setembro, mas enfrentou impugnações que atrasaram a conclusão. A aquisição foi feita de uma empresa francesa, mas o valor permanece em sigilo.
Em janeiro, um policial foi salvo pelo colete durante uma troca de tiros, ressaltando a importância do equipamento. Nos primeiros meses do ano, a PM registrou um policial morto e dez feridos, enquanto matou noventa pessoas e feriu sessenta e uma. Esses dados são da própria SSP, que também promove o uso do colete em treinamentos com o lema “o céu pode esperar”.
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