Milhares de indígenas de mais de duzentos povos se reúnem em Brasília a partir de hoje, sete de abril, para a 21ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL). O evento, que é a maior assembleia do movimento indígena no Brasil, espera cerca de sete mil participantes. Este ano, o foco principal é a participação indígena na Conferência do Clima da ONU, a COP30, que acontecerá em novembro em Belém, no Pará.
Durante o acampamento, serão discutidos temas importantes sobre o clima, como a necessidade de uma transição energética justa e o fim do uso de combustíveis fósseis. Os indígenas também pedem que o dinheiro destinado ao clima seja enviado diretamente a eles. Toya Manchineri, coordenador da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira, destaca a importância da união entre os povos indígenas da Amazônia e do Pacífico para fortalecer suas lutas.
Uma das principais demandas é que a demarcação de terras indígenas seja incluída nas metas climáticas dos países da região amazônica. Manchineri explica que a demarcação ajuda a combater o desmatamento e a reduzir a emissão de gases que causam o aquecimento global. Dados da FAO mostram que as florestas em terras indígenas na América Latina armazenam quatorze por cento do carbono das florestas tropicais do mundo.
O ATL também abordará a ameaça do Marco Temporal, que dificulta a demarcação de terras indígenas. O lema deste ano, “Apib somos todos nós: em defesa da Constituição e da Vida”, reflete a luta pela proteção dos direitos dos povos indígenas. O evento celebrará os vinte anos da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil e contará com uma marcha no dia dez de abril, além de discussões sobre a exploração de petróleo em áreas indígenas e a reparação histórica pelos crimes cometidos durante o regime militar.
Milhares de indígenas de mais de duzentos povos se reúnem em Brasília a partir de hoje, sete de abril, para a 21ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL). O evento, considerado a maior assembleia do movimento indígena no Brasil, espera cerca de sete mil participantes. Neste ano, o ATL tem como foco principal a articulação da participação indígena na Conferência do Clima da ONU, a COP30, que ocorrerá em novembro em Belém, no Pará.
Durante o acampamento, serão discutidos temas cruciais da agenda climática, como a transição energética justa e o fim da era dos combustíveis fósseis. Os indígenas também reivindicam que os recursos de financiamento climático sejam direcionados diretamente a eles. Toya Manchineri, coordenador-executivo da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), destaca a importância da aliança internacional entre os povos indígenas da Amazônia e do Pacífico para fortalecer suas lutas comuns.
Uma das principais demandas é a inclusão da demarcação de terras indígenas nas metas climáticas dos países da região amazônica. Manchineri ressalta que a demarcação é uma barreira natural contra o desmatamento, contribuindo para a redução das emissões de gases do efeito estufa. Dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) mostram que as florestas em territórios indígenas da América Latina armazenam quatorze por cento do carbono das florestas tropicais do mundo.
O ATL também abordará a ameaça representada pelo Marco Temporal, que restringe a demarcação de terras indígenas. O lema deste ano, “Apib somos todos nós: em defesa da Constituição e da Vida”, reflete a luta pela proteção dos direitos territoriais dos povos indígenas. O evento homenageará os vinte anos da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e contará com uma marcha no dia dez de abril, além de discussões sobre a exploração de petróleo em áreas indígenas e a reparação histórica pelos crimes cometidos durante o regime militar.
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