A demolição de casas no bairro L’Océan, em Rabat, gerou protestos nas últimas semanas. A prefeita Fatiha el Moudni, do partido Agrupação Nacional de Independentes, anunciou um plano para realocar os moradores mais vulneráveis, após críticas da oposição. A modernização da cidade, em preparação para o Mundial de Futebol de 2030, busca mostrar uma imagem mais avançada do país, mas isso preocupa os moradores de áreas populares.
As autoridades propõem construir novas casas em Tamara, na periferia, para as famílias de pequenos comerciantes que perderam suas residências. Um novo centro comercial foi inaugurado na orla da cidade, com a presença de investidores dos Emirados Árabes Unidos, que estão envolvidos na reforma urbana. No entanto, a falta de clareza nas expropriações e as indenizações baixas têm causado descontentamento.
O vereador Faruk Mehdaui criticou as demolições, afirmando que muitas ocorreram sem a devida autorização e sem compensações justas. A prefeita defendeu que as operações estão dentro da lei e que não houve expropriações, mas sim acordos diretos de venda. Ela ressaltou a necessidade de modernização da cidade para os eventos esportivos que se aproximam.
O Partido do Progresso e do Socialismo também pediu mais transparência sobre os envolvidos no projeto. O secretário geral Nabil Benabdalá questionou quem são os promotores e de onde vem o dinheiro investido. A situação em Rabat é semelhante a outras cidades do Marrocos, onde áreas populares estão sendo demolidas, levantando preocupações sobre a preservação do patrimônio urbano e a identidade local.
A demolição de diversas residências no tradicional bairro de L’Océan, em Rabat, provocou protestos significativos nas últimas semanas. A alcaldesa de Rabat, Fatiha el Moudni, do partido Agrupação Nacional de Independentes, anunciou um plano de realojamento para os moradores mais vulneráveis, em resposta às críticas da oposição. A modernização da cidade, em preparação para o Mundial de Futebol de 2030, busca apresentar uma imagem avançada do país, mas levanta preocupações sobre a destruição de áreas populares.
As autoridades municipais propõem a construção de habitações sociais em Tamara, na periferia de Rabat, para as famílias de pequenos comerciantes e artesãos que perderam suas casas. Recentemente, foi inaugurado um centro comercial na nova orla da cidade, com a presença de investidores dos Emirados Árabes Unidos, que são apontados como principais responsáveis pela reforma urbana. No entanto, a falta de transparência nas expropriações e a insuficiência das indenizações têm gerado descontentamento entre os afetados.
Faruk Mehdaui, vereador da Federação de Esquerda, criticou as demolições, afirmando que muitas ocorreram sem a devida declaração de utilidade pública e sem compensações justas. A alcaldesa defendeu que as operações estão dentro da legalidade, afirmando que não houve expropriações, mas sim “acordos diretos de venda de propriedades”. Ela destacou a necessidade de modernização da cidade em vista dos grandes eventos esportivos que se aproximam.
O Partido do Progresso e do Socialismo também exige maior clareza sobre os envolvidos no projeto de transformação urbana. O secretário geral da sigla, Nabil Benabdalá, questionou a identidade dos promotores do projeto e a origem do capital investido. A situação em Rabat reflete um padrão de demolições em outras cidades marroquinas, onde áreas populares têm sido alvo de operações semelhantes, levantando preocupações sobre a preservação do patrimônio urbano e a identidade local.
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