O novo ministro das Relações Exteriores da Síria, Assad al-Shibani, anunciou que o país vai mudar a estrutura das suas embaixadas. Essa decisão foi tomada logo após a transferência dos embaixadores da Síria na Rússia e na Arábia Saudita para o governo central em Damasco. Essa mudança é um sinal de que a nova liderança está se afastando dos diplomatas que eram leais ao antigo presidente Bashar al-Assad. Entre os embaixadores que estão sendo afetados está Bashar al-Jaafari, que sempre defendeu Assad em reuniões internacionais, e Ayman Sousan, que ocupou cargos importantes no Ministério das Relações Exteriores.
Uma fonte do governo disse que essa reestruturação é parte de um movimento maior para mudar a diplomacia do país. Até que o presidente interino, Ahmad al-Sharaa, faça novas nomeações, os assuntos das embaixadas serão geridos por encarregados de negócios. Após o anúncio, a embaixada síria em Moscou negou a transferência de Jaafari, alegando que sua conta no Telegram havia sido hackeada.
Desde a queda do regime de Assad em dezembro de 2023, os embaixadores que ele nomeou continuaram em seus cargos, exceto no Catar, que entregou a embaixada à oposição. Essa reestruturação foi anunciada uma semana depois que al-Sharaa falou sobre a formação de um novo governo, prometendo construir um Estado forte e estável. O novo governo também quer modernizar a educação e alinhar o ensino às necessidades do mercado.
A saída de Assad marcou o fim de mais de uma década de controle e uma guerra civil que causou muitas mortes e deslocamentos. A nova administração, sob al-Sharaa, enfrenta grandes desafios, mas está pronta para começar uma nova fase na história da Síria.
O ministro das Relações Exteriores da Síria, Assad al-Shibani, anunciou nesta terça-feira o início da reestruturação das embaixadas do país. A medida ocorre um dia após a decisão de transferir os embaixadores sírios na Rússia e na Arábia Saudita para a administração central em Damasco, marcando uma ação contra diplomatas leais ao regime de Bashar al-Assad. Entre os embaixadores afetados estão Bashar al-Jaafari, conhecido por seu apoio ao regime em fóruns internacionais, e Ayman Sousan, que ocupou cargos importantes no Ministério das Relações Exteriores.
A fonte do governo, que falou à agência SANA sob anonimato, afirmou que a decisão de Shibani faz parte de um movimento de mudanças diplomáticas. Os assuntos das embaixadas serão geridos por encarregados de negócios até que o presidente interino, Ahmad al-Sharaa, faça as nomeações oficiais. Após o anúncio, a embaixada síria em Moscou negou a transferência de Jaafari, alegando que sua página no Telegram havia sido hackeada.
Desde a queda do regime de Assad em dezembro de 2023, os embaixadores nomeados por ele permaneceram em seus postos, exceto no Catar, que cedeu a embaixada à oposição. A reestruturação das embaixadas foi anunciada uma semana após al-Sharaa divulgar a formação de um novo governo, comprometendo-se com a construção de um Estado forte e estável. O novo governo busca modernizar o sistema educacional e alinhar a formação acadêmica às necessidades do mercado.
A deposição de Assad encerrou um período de mais de uma década de controle sobre forças rebeldes e uma guerra civil que resultou em aproximadamente quinhentas mil mortes e milhões de refugiados. A nova administração síria, sob a liderança de al-Sharaa, enfrenta desafios significativos, mas se declara pronta para iniciar uma nova fase na trajetória do país.
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