Kilmar Abrego García, um trabalhador de 29 anos, foi deportado para El Salvador, onde pode ser preso em uma prisão conhecida por violar direitos humanos. O governo dos EUA reconheceu que sua deportação foi um erro. O juiz Paula Xinis ordenou que ele voltasse aos Estados Unidos, mas a Suprema Corte bloqueou essa decisão temporariamente, alegando que não tem controle sobre a situação dele.
Durante uma audiência, a juíza perguntou a um advogado do governo por que Abrego García estava detido, e ele não soube responder. A deportação aconteceu em março, quando mais de 200 venezuelanos e alguns salvadoranos foram enviados para uma prisão de segurança máxima, construída pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele. A esposa de Abrego García, Jennifer Vásquez Sura, só descobriu o que aconteceu ao vê-lo em imagens na televisão.
A deportação foi feita com base em uma lei antiga que permite a expulsão de pessoas suspeitas de serem parte de uma força invasora. O governo dos EUA admitiu o erro, mas disse que, depois de entregar Abrego García a outro país, não pode fazer nada. A juíza Xinis afirmou que não havia justificativa legal para a detenção e deportação dele, que já havia sido considerado em risco de vida se retornasse a El Salvador.
Abrego García já havia enfrentado problemas antes, sendo detido por acusações falsas de ser membro de uma gangue. Sua esposa continua lutando por sua libertação, dizendo que todos estão esperando por ele. A Suprema Corte mantém a ordem de bloqueio, enquanto o governo de Bukele não parece interessado em libertar prisioneiros da mega-prisão, que é criticada por abusos de direitos humanos.
O trabalhador Kilmar Abrego García, de 29 anos, foi deportado para El Salvador, onde enfrenta a possibilidade de ser preso em uma mega-prisão conhecida por violações de direitos humanos. Sua deportação foi considerada um “erro administrativo” pelo governo dos Estados Unidos. O juiz Paula Xinis ordenou seu retorno ao país, mas a Suprema Corte bloqueou essa decisão temporariamente, enquanto o governo argumenta que não tem jurisdição sobre sua situação.
Durante uma audiência, a juíza questionou um advogado do Departamento de Justiça sobre a razão da detenção de Abrego García, ao que ele respondeu não saber. A deportação ocorreu em março, quando mais de duzentos venezuelanos e alguns salvadoranos foram enviados para uma prisão de segurança máxima, construída pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele. A esposa de Abrego García, Jennifer Vásquez Sura, só soube da deportação ao vê-lo em imagens na mídia.
A deportação foi realizada sob a Alien Enemies Act, uma lei de mil setecentos e noventa e oito que permite a deportação de pessoas suspeitas de serem parte de uma força invasora. O governo dos EUA admitiu o erro, mas afirmou que, uma vez entregue a outro país, não pode intervir. A juíza Xinis destacou que não havia justificativa legal para a detenção e deportação de Abrego García, que já havia sido considerado em risco de vida caso retornasse a El Salvador.
A situação de Abrego García é complexa, pois ele foi detido anteriormente sob acusações infundadas de ser membro de uma gangue. Sua esposa continua lutando por sua libertação, afirmando: “Estou lutando por ele. Todos nós estamos lutando. E as crianças estão esperando por ele.” A Suprema Corte, por sua vez, mantém a ordem de bloqueio, enquanto a administração Bukele não demonstra interesse em libertar prisioneiros da mega-prisão, que enfrenta críticas por violações de direitos humanos.
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