O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, anunciou que as obras para estender a Linha 4-amarela do metrô até Taboão da Serra já começaram. A previsão é que a obra, que custará 3,4 bilhões de reais, fique pronta em 2028 e beneficie 110 mil pessoas. A nova extensão terá 3,3 quilômetros e incluirá duas estações: Chácara do Jockey e Taboão da Serra. Atualmente, a linha tem 12,8 quilômetros e 11 estações, e com a ampliação, passará a ter 16,1 quilômetros e 13 estações. Desde 2022, um ônibus gratuito já faz o trajeto entre a estação Vila Sônia e o Largo do Taboão. Com a nova extensão, o tempo de viagem pela linha completa será de 55 minutos. O prefeito de Taboão da Serra destacou a importância da melhoria na mobilidade urbana da cidade. O governador também mencionou que a nova linha ajudará a reduzir o tempo de deslocamento para o centro, que será de pouco mais de 20 minutos. A empresa responsável pela obra, a CCR, afirmou que está preparada para realizar o projeto, apesar de alguns atrasos em outras obras. Tarcísio ainda comentou que essa extensão é parte de um plano maior para expandir o metrô em outras áreas da região metropolitana de São Paulo.
O governador Tarcísio de Freitas anunciou, nesta segunda-feira (7), o início das obras de extensão da Linha 4-amarela do metrô de São Paulo até Taboão da Serra, na região metropolitana. A obra, que deve ser concluída em 2028, terá um custo de R$ 3,4 bilhões e beneficiará 110 mil passageiros. A extensão ligará a estação Vila Sônia, na zona oeste, ao município da Grande São Paulo, com um total de 3,3 quilômetros e duas novas estações: Chácara do Jockey e Taboão da Serra.
Atualmente, a Linha 4 possui 12,8 quilômetros e 11 estações. Com a ampliação, a extensão total será de 16,1 quilômetros e 13 estações. Desde 2022, um ônibus gratuito já realiza o trajeto entre a estação Vila Sônia e o Largo do Taboão, e a previsão é que o tempo de viagem de ida e volta pela linha completa seja de 55 minutos.
Durante o anúncio, o prefeito de Taboão da Serra, Engenheiro Daniel, destacou a necessidade de melhorias na mobilidade urbana da cidade, que enfrenta problemas de segurança e saúde. O governador enfatizou que a extensão do metrô melhorará a qualidade de vida da população e gerará empregos. Tarcísio também mencionou que o deslocamento de Taboão para o centro será feito em pouco mais de 20 minutos.
A CCR, responsável pela obra, foi questionada sobre atrasos em outras expansões, como a da Estação Santo Amaro. O presidente da divisão de mobilidade da CCR, Márcio Hannas, garantiu que a empresa tem capacidade para assumir o novo projeto, apesar de eventuais dificuldades. Tarcísio ainda afirmou que essa é uma etapa inicial de um projeto maior que visa expandir o metrô para outras regiões metropolitanas de São Paulo, incluindo o ABC e Embu das Artes.
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