Carol Archangelo e Carlos Orleans, tatuadores brasileiros, estão preocupados com o bem-estar de seus filhos, X. e Y., que foram retirados de sua guarda em Portugal em março. As crianças, de oito e seis anos, estão sob os cuidados de uma família de acolhimento e, segundo os pais, têm se mostrado tristes e pedem para voltar para casa. Carlos afirmou que, durante as visitas, as crianças parecem malcuidadas.
Recentemente, o casal usou suas redes sociais para compartilhar a situação, revelando que a visita para o aniversário de X. será limitada a apenas uma hora e meia, o que contrasta com comemorações anteriores. Além disso, Carlos mencionou que as crianças não estão indo à escola há cerca de vinte dias, o que preocupa ainda mais os pais.
Eles acreditam que estão sendo perseguidos pelas autoridades de proteção à infância em Portugal, alegando que as Comissões de Proteção de Crianças e Jovens têm agido de maneira exagerada. Carlos criticou a falta de cuidado com os filhos, mencionando que um dos meninos precisa de cuidados especiais que não estão sendo fornecidos. A Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens informou que não pode comentar casos específicos, mas que a situação está sendo monitorada pelo Tribunal. O processo de acolhimento pode durar até seis meses, com revisões programadas. O casal aguarda a próxima avaliação, que está marcada para este mês.
Os tatuadores brasileiros Carol Archangelo e Carlos Orleans expressaram publicamente sua preocupação com o tratamento de seus filhos, que foram retirados de sua guarda em Portugal em março. As crianças, de oito e seis anos, estão sob os cuidados de uma família de acolhimento e, segundo os pais, têm demonstrado sinais de mal-estar e pedem para voltar para casa. Carlos relatou que, em todos os encontros, as crianças aparecem abatidas e malcuidadas.
Em uma série de publicações no Instagram, o casal compartilhou imagens e informações sobre a situação das crianças. Carlos destacou que a visita ao aniversário da filha, que ocorrerá em breve, foi limitada a apenas uma hora e meia, em contraste com comemorações anteriores. Ele também afirmou que as crianças não estão frequentando a escola há cerca de vinte dias, o que agrava a situação.
O casal acredita que está sendo alvo de perseguição por parte das autoridades de proteção à infância em Portugal, alegando que as Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) têm agido de forma exagerada. Carlos mencionou que a retirada da guarda ocorreu sem notificação prévia e que a acusação de negligência se baseou em interpretações distorcidas de sua parentalidade. Ele criticou a falta de cuidado com os filhos, afirmando que um dos meninos precisa de cuidados específicos que não estão sendo fornecidos.
A Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ) informou que não pode comentar casos específicos, mas ressaltou que a situação está sendo acompanhada pelo Tribunal. O processo de acolhimento familiar pode durar até seis meses, com revisões periódicas programadas. O casal aguarda a próxima avaliação, que está agendada para este mês.
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