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Alberto Fraga defende usuários de maconha e critica exigência de exame toxicológico para posse de armas

Deputado Alberto Fraga critica exame toxicológico para posse de armas, defendendo que a medida desarma cidadãos de bem e não afeta criminosos.

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O deputado Alberto Fraga, que lidera a bancada da bala na Câmara dos Deputados, se opôs à prisão de usuários de maconha e à exigência de exames toxicológicos para quem quer ter ou portar armas. Durante uma reunião da Comissão de Segurança Pública, ele disse que essa regra só desarmaria pessoas que cumprem a lei e não afetaria os criminosos. Fraga comentou que algumas pessoas usam maconha para relaxar, mas ainda assim são responsáveis. Ele votou contra a proposta que exigia o exame toxicológico, argumentando que não faz sentido colocar mais barreiras para quem já se identifica ao comprar uma arma. O parecer que incluía essa exigência foi rejeitado por 14 votos a 9, com apoio de diferentes partidos. Agora, a proposta seguirá para outra comissão antes de ser discutida no plenário. Fraga também criticou um colega que defendia a separação entre cidadãos respeitadores da lei e usuários de drogas, afirmando que a medida atinge quem age corretamente. A discussão sobre o uso de armas e exames toxicológicos continua a gerar polêmica no Congresso.

O deputado Alberto Fraga, presidente da bancada da bala na Câmara dos Deputados, manifestou-se contra a prisão de usuários de maconha e a exigência de exame toxicológico para a posse e porte de armas. Durante a sessão da Comissão de Segurança Pública, Fraga argumentou que a medida desarmaria cidadãos cumpridores de seus deveres e não afetaria os criminosos. Ele afirmou que “tem gente que fuma um baseado para descontrair”, destacando que a preocupação não está nos usuários de maconha.

Fraga votou ao lado do relator do projeto, Paulo Bilynskyj, pela rejeição da inclusão do exame toxicológico como requisito para a autorização de armas. Ele questionou a necessidade de mais exigências para cidadãos que já se identificam ao adquirir armas, ressaltando que “não é o maconheiro que preocupa a gente”. O deputado criticou a proposta, considerando-a uma tentativa disfarçada de desarmar a população.

O parecer de Bilynskyj foi rejeitado por quatorze votos contra nove, com apoio de governistas e opositores. A proposta agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça antes de ser discutida no plenário. Fraga também rebateu o argumento do deputado Capitão Augusto, que defendeu a separação entre “cidadão de bem” e usuários de drogas, afirmando que a medida atinge justamente aqueles que cumprem a lei.

A discussão sobre a regulamentação do uso de armas e a exigência de exames toxicológicos continua a ser um tema polêmico no Congresso, refletindo as divisões entre os parlamentares sobre segurança pública e direitos individuais.

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