Os advogados de Bryan Kohberger vão se reunir em um tribunal em Boise, Idaho, para discutir provas importantes em seu julgamento por pena de morte, que está marcado para agosto. Kohberger é acusado de matar quatro estudantes da Universidade de Idaho em novembro de 2022 e se declarou inocente. Entre as provas que serão debatidas está uma gravação emocional de uma chamada para o 9-1-1 e a defesa que quer evitar a pena de morte, além de apresentar indícios de outros suspeitos.
Os promotores planejam mostrar que o DNA de Kohberger foi encontrado em uma bainha de faca na cena do crime. A defesa contesta essa prova, argumentando que a compra de uma faca online não é suficiente para provar que ele a usou, já que outras pessoas poderiam ter acessado sua conta. Eles também vão alegar que a bainha pode ter sido colocada lá pelo verdadeiro assassino.
Um ponto polêmico é a descrição de um homem feita por uma sobrevivente, que disse que ele tinha “sobrancelhas espessas”. A defesa quer impedir que essa informação seja apresentada, alegando que a memória da testemunha é inconsistente. Eles também querem barrar a exibição de uma selfie de Kohberger tirada após os crimes, que poderia influenciar negativamente o júri.
A audiência, que pode durar mais de um dia, também abordará o diagnóstico de Kohberger com transtorno do espectro autista, que seus advogados dizem que deveria impedi-lo de receber a pena de morte. O juiz Steven Hippler decidirá sobre as moções apresentadas, o que afetará as provas que o júri poderá considerar no julgamento.
Os advogados de Bryan Kohberger se reunirão em um tribunal em Boise, Idaho, para discutir a admissibilidade de provas essenciais em seu julgamento por pena de morte, agendado para agosto. Kohberger é acusado de assassinar quatro estudantes da Universidade de Idaho em novembro de 2022 e se declarou inocente. Entre as evidências debatidas estão uma gravação emocional de uma chamada 9-1-1 e a defesa que busca excluir a pena de morte, além de apresentar indícios de outros suspeitos.
Os promotores pretendem apresentar evidências que incluem o DNA de Kohberger encontrado em uma bainha de faca na cena do crime. A defesa contesta a admissibilidade de testemunhos que sugerem que Kohberger tocou a bainha e argumenta que a compra de uma faca e de uma bainha online não é conclusiva, pois outras pessoas poderiam ter acessado sua conta. Além disso, a defesa planeja argumentar que a bainha pode ter sido plantada pelo verdadeiro assassino.
Um dos pontos controversos é a descrição de um intruso feita por uma das sobreviventes, que mencionou um homem com “sobrancelhas espessas”. A defesa de Kohberger quer impedir que essa informação seja apresentada, alegando inconsistências na memória da testemunha. Eles também buscam barrar a exibição de uma selfie de Kohberger tirada após os crimes, que poderia influenciar negativamente a percepção do júri.
A audiência, que pode se estender por mais de um dia, abordará também a defesa de Kohberger sobre seu diagnóstico de transtorno do espectro autista, que, segundo seus advogados, deveria desqualificá-lo da pena de morte. O juiz Steven Hippler decidirá sobre as moções apresentadas, o que influenciará as evidências que o júri poderá considerar durante o julgamento.
Entre na conversa da comunidade