Carlos Brandão, do PSB, é o governador do Maranhão e sua gestão tem 62% de aprovação, segundo uma pesquisa da Quaest. A pesquisa também mostra que 31% dos maranhenses desaprovam seu governo e 7% não souberam ou não responderam. Entre os entrevistados, 36% consideram a administração positiva, 39% regular e 17% negativa. Brandão, que assumiu o cargo em 2022 como vice de Flávio Dino, não poderá concorrer à reeleição em 2024. Quando perguntados se ele merece eleger um sucessor, 53% disseram que sim, enquanto 40% responderam que não e 7% não opinaram. A pesquisa foi realizada entre 29 de março e 3 de abril, com 1.404 entrevistas e margem de erro de três pontos percentuais. Além disso, a avaliação do governo do presidente Lula mostrou 36% de aprovação, 33% regular e 30% negativa, com apenas 1% sem resposta. Esses dados mostram como os maranhenses veem a administração atual e suas expectativas para o futuro político do estado.
A gestão de Carlos Brandão (PSB) no Maranhão apresenta 62% de aprovação, conforme pesquisa da Quaest divulgada nesta quarta-feira. O levantamento revela que 31% dos maranhenses desaprovam a administração, enquanto 7% não souberam ou não responderam. Entre os entrevistados, 36% consideram o governo positivo, 39% regular e 17% negativo.
A pesquisa também indagou se Brandão, que assumiu o governo em 2022 como vice de Flávio Dino e não poderá concorrer à reeleição em 2024, merece eleger um sucessor. Cinquenta e três por cento dos participantes responderam que sim, enquanto 40% disseram que não e 7% não opinaram. A coleta de dados ocorreu entre 29 de março e 3 de abril, com um total de 1.404 entrevistas e margem de erro de três pontos percentuais.
Além da avaliação de Brandão, a pesquisa incluiu a aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que obteve 36% de avaliação positiva, 33% regular e 30% negativa. Apenas 1% dos entrevistados não souberam ou não responderam sobre a gestão do presidente.
Esses dados refletem a percepção dos maranhenses sobre a administração atual e as expectativas para o futuro político do estado, especialmente em relação à escolha de um novo líder em 2024.
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