O deputado Ricardo Arruda criticou as roupas da deputada Ana Júlia após ela pedir sua substituição na Comissão de Constituição e Justiça por faltas. Ana Júlia considerou isso uma forma de violência política de gênero e se manifestou na Assembleia Legislativa do Paraná. A bancada feminina e a oposição apoiaram Ana Júlia, e a líder da bancada feminina, Mabel Canto, defendeu que a vestimenta da deputada é adequada e que Arruda não deveria criticar sua aparência. Arruda, por sua vez, disse que sua crítica era sobre o comportamento dela, não sobre as roupas. Depois da repercussão negativa, ele pediu desculpas, afirmando que sua fala foi mal interpretada e que não mantém mais a opinião que expressou. O conflito começou quando Ana Júlia apresentou um requerimento alegando que Arruda faltou a três sessões da CCJ sem justificativa. O presidente da CCJ, Ademar Traiano, afirmou que não recebeu justificativas para as ausências. O presidente da Assembleia, Alexandre Curi, deu cinco dias para Arruda apresentar sua defesa, e a decisão sobre sua permanência na comissão deve ser anunciada na próxima semana.
O deputado Ricardo Arruda (PL) gerou polêmica ao criticar as roupas da deputada Ana Júlia (PT), que havia protocolado um pedido para sua substituição na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) devido a faltas consecutivas. Ana Júlia considerou os comentários como violência política de gênero e se manifestou na tribuna da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) sobre o ocorrido.
As declarações de Arruda provocaram reações da bancada feminina e da oposição na Alep. A líder da bancada feminina, deputada Mabel Canto (PSDB), defendeu Ana Júlia, afirmando que sua vestimenta é adequada e que Arruda não tem autoridade para criticar a aparência de uma colega. Em resposta, Arruda alegou que sua crítica se referia ao comportamento da deputada e não à sua vestimenta.
Após a repercussão negativa, Ricardo Arruda pediu desculpas, afirmando que sua fala foi mal interpretada e que se tratou de uma “bobeira”. Ele também declarou que não mantém mais a opinião que expressou anteriormente. O atrito entre os deputados surgiu após Ana Júlia apresentar um requerimento à Mesa Diretora, apontando que Arruda faltou a três sessões consecutivas da CCJ sem justificativa.
O presidente da CCJ, deputado Ademar Traiano (PSD), afirmou que não recebeu justificativas para as ausências de Arruda. O presidente da Assembleia, deputado Alexandre Curi (PSD), estabeleceu um prazo de cinco dias para que Arruda apresente sua defesa, com a decisão sobre sua permanência na comissão prevista para a próxima semana.
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