O deputado Elmar Nascimento defendeu o ex-ministro das Comunicações, Juscelino Filho, que pediu demissão após ser acusado de desviar emendas parlamentares. Ele explicou que a denúncia não está relacionada ao trabalho de Juscelino como ministro, mas a ações anteriores no cargo de deputado. Nascimento comparou essa situação com o que aconteceu com o presidente Lula, que também enfrentou acusações no passado.
Ele comentou que o partido União Brasil precisa decidir até o final do ano se continuará apoiando o governo Lula, já que está dividido entre apoiar candidatos da direita e manter o alinhamento com o governo. Nascimento disse que não seria correto mudar de lado no meio do próximo ano, caso decidam não apoiar Lula.
Sobre a presidência da Câmara, Nascimento expressou decepção com a escolha de Arthur Lira, que havia indicado seu nome, mas não o escolheu. Apesar disso, ele mantém um bom relacionamento com Lira. Nascimento também mencionou a possibilidade de concorrer a uma vaga no Tribunal de Contas da União em fevereiro e elogiou a gestão de Hugo Motta na Câmara, que é mais deliberativa do que a de Lira. Por fim, ele se posicionou contra a anistia irrestrita para os condenados do dia 8 de janeiro, defendendo um meio termo nas discussões sobre o assunto.
O deputado federal Elmar Nascimento defendeu o ex-ministro das Comunicações, Juscelino Filho, que pediu demissão após ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República por desvio de emendas parlamentares. Em entrevista, Nascimento destacou que a denúncia não se refere a atos de Juscelino enquanto ministro, mas sim a atividades parlamentares anteriores. Ele comparou a situação ao passado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que também enfrentou acusações e condenações.
Elmar Nascimento afirmou que o União Brasil deve decidir até o fim do ano se continuará a apoiar o governo Lula. Ele ressaltou que o partido está dividido, com algumas correntes apoiando candidatos da direita, enquanto outras permanecem alinhadas ao governo. O deputado enfatizou que não seria correto mudar de lado no meio do próximo ano, caso o partido decida não apoiar Lula.
Sobre a presidência da Câmara, Nascimento expressou sua decepção com a escolha de Arthur Lira, que havia indicado seu nome para a sucessão, mas não o escolheu. Apesar disso, ele afirmou que mantém um relacionamento cordial com Lira e que as questões do passado não interferem em sua atuação política atual.
Em relação ao futuro político, Nascimento mencionou a possibilidade de concorrer a uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU) em fevereiro. Ele também comentou sobre a gestão de Hugo Motta na Câmara, elogiando sua abordagem mais deliberativa em comparação à celeridade de Arthur Lira. Por fim, Nascimento se posicionou contra a anistia irrestrita para os condenados do dia oito de janeiro, defendendo a necessidade de um meio termo nas discussões sobre o tema.
Entre na conversa da comunidade