A deputada Erika Hilton, do PSOL-SP, fez uma denúncia ao Ministério Público Federal contra o TikTok. Ela afirma que o aplicativo está levando jovens a ver conteúdos que promovem a misoginia e a discriminação. Hilton pede que o algoritmo da plataforma seja investigado e que a divulgação de publicações prejudiciais seja interrompida.
A denúncia se baseia em um estudo que mostrou que perfis fictícios de adolescentes, monitorados por dois meses, foram expostos a discursos de ódio. Esses conteúdos começaram com temas neutros, mas logo evoluíram para mensagens sobre submissão feminina e masculinidade tóxica.
A deputada destaca que essa exposição pode influenciar negativamente a visão dos jovens em um momento importante de suas vidas, reforçando estereótipos de gênero. Ela também menciona que a falta de um filtro para contas de menores de idade vai contra o Estatuto da Criança e do Adolescente. Além disso, a categorização desses perfis para receber conteúdos discriminatórios infringe a Lei Geral de Proteção de Dados e o Marco Civil da Internet. A ação busca proteger os adolescentes de influências nocivas nas redes sociais.
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) protocolou uma ação no Ministério Público Federal contra o TikTok, alegando que a plataforma induz jovens a consumir conteúdos misóginos e discriminatórios. Hilton solicita uma investigação sobre o algoritmo do aplicativo, pedindo a interrupção imediata da promoção de publicações prejudiciais.
A representação da deputada se baseia em um estudo realizado pelo Núcleo Jornalismo em parceria com a revista AzMina. O estudo revela que perfis fictícios de adolescentes, monitorados por dois meses, foram expostos a discursos de ódio que evoluíram de temas neutros para conteúdos sobre submissão feminina e masculinidade tóxica.
Hilton argumenta que a exposição a esses conteúdos prejudiciais molda a visão de jovens em uma fase crítica de desenvolvimento, reforçando estereótipos de gênero. A parlamentar destaca que a falta de um filtro para contas de menores de idade contraria o Estatuto da Criança e do Adolescente.
Além disso, a deputada afirma que a categorização desses perfis para receber conteúdos discriminatórios viola a Lei Geral de Proteção de Dados e o Marco Civil da Internet. A ação visa proteger os adolescentes de influências nocivas nas redes sociais.
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