Monique Elias Palheiras, ex-mulher de Itamar Serpa Fernandes, fundador da Embelleze, foi denunciada pelo Ministério Público por desviar R$ 122 milhões. A investigação revela que ela usou uma identidade falsa para manipular Itamar durante 11 anos e controlar seu patrimônio. O MP pediu medidas como a proibição de Monique e outros de entrarem na Embelleze e a apreensão de passaportes.
Monique criou um nome falso, “Jéssica Ferraz”, para se comunicar com Itamar, fazendo-se passar por amiga e confidente. Essa tática a ajudou a influenciar as decisões dele, levando-o a fazer transferências financeiras e mudar seu testamento em favor dela e de seu filho, João Carlos Tavares Serpa. O amante de Monique, Matheus Elias Palheiros, também foi denunciado por receber transferências suspeitas antes da morte de Itamar. Mesmo quando Itamar estava internado, o grupo continuou a movimentar seu dinheiro. Monique nega as acusações e diz que tudo será esclarecido.
Ela teve uma infância difícil na Baixada Fluminense e, ao lado de Itamar, viveu uma vida de luxo, com viagens e bens caros. Em entrevistas, Monique já admitiu ser interesseira e falou sobre a importância do poder e do dinheiro para ela.
O Ministério Público denunciou Monique Elias Palheiras, ex-mulher de Itamar Serpa Fernandes, fundador da Embelleze, e mais duas pessoas por estelionato, envolvendo desvios de R$ 122 milhões. A investigação aponta que Monique utilizou uma identidade falsa para manipular emocionalmente Itamar e controlar seu patrimônio ao longo de 11 anos. O MP também solicitou medidas cautelares, incluindo a proibição de entrada na Embelleze e a apreensão de passaportes.
De acordo com a Polícia Civil do Rio, Monique teria criado um pseudônimo, “Jéssica Ferraz”, para se comunicar com Itamar, apresentando-se como amiga e confidente. Essa estratégia de isolamento permitiu que ela e seus cúmplices influenciassem as decisões do empresário, levando-o a realizar transferências financeiras e a modificar seu testamento em favor dela e de seu filho, João Carlos Tavares Serpa.
O MP denunciou também Matheus Elias Palheiros, amante de Monique, que teria recebido transferências bancárias suspeitas antes da morte de Itamar. A investigação revela que, mesmo durante a internação do empresário, o grupo continuou a movimentar seu patrimônio. Monique nega as acusações e afirma que a situação será esclarecida.
Monique Elias, que teve uma infância difícil na Baixada Fluminense, se destacou por sua vida de ostentação ao lado de Itamar, vivendo em uma mansão e viajando para destinos luxuosos. Em entrevistas, ela já admitiu ser “interesseira”, ressaltando a importância do poder e do dinheiro em sua vida.
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