Duas funcionárias da Microsoft, Ibtihal Aboussad e Vaniya Agrawal, foram demitidas após protestarem contra a parceria da empresa com o exército israelense durante a festa de 50 anos da companhia, que aconteceu no dia 4 de abril. Ibtihal interrompeu o discurso do chefe de Inteligência Artificial, Mustafa Suleyman, o que fez com que o evento, transmitido ao vivo, fosse interrompido. A Microsoft alegou que Ibtihal teve um comportamento agressivo e perturbador, e que fez acusações hostis. Durante o protesto, ela atirou um cachecol keffiyeh ao palco, que simboliza apoio ao povo palestino, e foi retirada por seguranças. Vaniya, que também protestou, recebeu a notificação de demissão imediata, mesmo já tendo pedido para sair da empresa no dia 11 de abril. A Microsoft afirmou que permite que os funcionários expressem suas opiniões, mas que isso deve ser feito sem interromper o trabalho. Investigações anteriores mostraram que tecnologias da Microsoft e da OpenAI foram usadas em operações militares israelenses, incluindo a seleção de alvos de bombardeio. Este protesto foi o mais impactante até agora, mas não foi o primeiro, já que em fevereiro, cinco funcionários foram retirados de uma reunião por expressarem descontentamento com os contratos da empresa com Israel.
Duas funcionárias da Microsoft, Ibtihal Aboussad e Vaniya Agrawal, foram demitidas após protestarem contra a parceria da empresa com o exército israelense durante a comemoração do 50º aniversário da companhia, realizada em quatro de abril. Aboussad confrontou o chefe de Inteligência Artificial (IA), Mustafa Suleyman, durante seu discurso, o que levou à interrupção do evento transmitido ao vivo.
A Microsoft declarou que Aboussad foi demitida por má conduta, alegando que suas ações foram agressivas e perturbadoras. Ela teria feito acusações hostis e, ao atirar um cachecol keffiyeh ao palco, simbolizando apoio ao povo palestino, foi retirada por seguranças. Agrawal, que também protestou, recebeu a notificação de demissão imediata, apesar de já ter solicitado sua saída para o dia 11 de abril.
A empresa afirmou que oferece “muitos caminhos para que todas as vozes sejam ouvidas”, mas enfatizou que isso deve ocorrer sem causar interrupções nos negócios. A Microsoft também mencionou que as funcionárias poderiam ter expressado suas preocupações de forma confidencial a um gerente.
Investigações anteriores revelaram que tecnologias de IA da Microsoft e da OpenAI foram utilizadas em operações militares israelenses, incluindo a seleção de alvos de bombardeio. Este protesto foi o mais significativo até agora, mas não o primeiro, já que em fevereiro, cinco funcionários foram retirados de uma reunião por manifestarem descontentamento com os contratos da empresa com Israel.
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