Cerca de 360 profissionais de saúde de Israel, incluindo médicos, pediram uma investigação sobre a morte de 15 socorristas na Faixa de Gaza, que aconteceu há mais de duas semanas. Os corpos foram encontrados em uma vala comum e apresentavam sinais de tiros e mutilações. Os profissionais afirmam que matar equipes de resgate é uma violação das leis de guerra.
O chefe do Estado-Maior de Israel, Eyal Zamir, ordenou uma investigação militar sobre o caso. Desde o início do conflito em 7 de outubro de 2023, o Exército israelense recebeu várias denúncias de violações, mas até agora nenhum soldado foi responsabilizado. O Crescente Vermelho e o Ministério da Saúde de Gaza informaram que os socorristas foram atacados enquanto tentavam ajudar vítimas de bombardeios.
O Exército admitiu ter disparado contra os socorristas, mas inicialmente disse que os veículos não tinham luzes de emergência. Um vídeo do New York Times mostrou que as ambulâncias estavam com as luzes ligadas. Após essa revelação, Israel reconheceu que houve erros, mas alegou que alguns socorristas estavam ligados ao Hamas, sem apresentar provas.
As mortes dos trabalhadores humanitários geraram condenações internacionais. O presidente da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino afirmou que os corpos foram atingidos de perto e que Israel não deu informações sobre os socorristas desaparecidos. O alto comissário da ONU para os direitos humanos pediu uma investigação independente, levantando preocupações sobre possíveis crimes de guerra cometidos por Israel.
Cerca de 360 profissionais de saúde israelenses, incluindo médicos, assinaram uma carta solicitando uma investigação sobre o massacre de 15 socorristas na Faixa de Gaza, ocorrido há pouco mais de duas semanas. Os corpos foram encontrados em uma vala comum, apresentando sinais de tiros à queima-roupa, mutilação e decapitação. Os profissionais afirmam que a morte de equipes de resgate é uma violação das leis internacionais de guerra.
O chefe do Estado-Maior, Eyal Zamir, ordenou que a instância de investigação militar de Israel apure o caso. Desde o início do conflito em 7 de outubro de 2023, o Exército israelense recebeu diversas denúncias de possíveis violações, mas nenhum soldado foi processado até o momento. O Crescente Vermelho e o Ministério da Saúde de Gaza relataram que os socorristas foram atacados enquanto prestavam socorro a vítimas de bombardeios.
O Exército admitiu ter disparado contra os socorristas, inicialmente alegando que os veículos não usavam luzes de emergência. No entanto, um vídeo divulgado pelo jornal New York Times contradiz essa versão, mostrando que as ambulâncias estavam com as luzes ligadas. Após a divulgação das imagens, Israel reconheceu erros nos ataques, mas sustentou que alguns socorristas estavam ligados ao Hamas, sem apresentar provas.
As mortes dos trabalhadores humanitários geraram condenação internacional. O presidente da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino, Younis al-Khatib, destacou que os corpos foram atingidos a curta distância e que Israel não forneceu informações sobre os socorristas desaparecidos. O alto comissário da ONU para os direitos humanos, Volker Türk, pediu uma investigação independente, levantando preocupações sobre possíveis crimes de guerra cometidos por Israel.
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