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Silas Malafaia ironiza ato de Bolsonaro e critica estimativas de público da esquerda

Silas Malafaia questiona estimativas de público em atos na Avenida Paulista, defendendo que o evento bolsonarista teve até 500 mil participantes.

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O pastor Silas Malafaia fez um vídeo onde brinca sobre a diferença de público entre as manifestações de Jair Bolsonaro e da esquerda na Avenida Paulista. Ele chamou o ato bolsonarista, que aconteceu em 6 de abril, de uma “lavada histórica” em Lula e no PT, e o evento pedia anistia para os presos do 8 de janeiro de 2023. Imagens de cima mostraram uma grande quantidade de apoiadores de Bolsonaro, enquanto o ato da esquerda, que ocorreu uma semana antes, teve bem menos pessoas. Um estudo do Cebrap estimou que 44.900 pessoas estavam no ato de Bolsonaro, enquanto o Datafolha contou 55.000, com uma margem de erro de 5.400. Alguns aliados de Bolsonaro contestaram esses números, sugerindo que até um milhão de pessoas poderia ter ido ao ato. Malafaia, embora tenha criticado as estatísticas da USP, disse que a Avenida Paulista poderia ter acomodado entre 450.000 e 500.000 pessoas, considerando o espaço e a quantidade de pessoas por metro quadrado. Ele destacou que, mesmo com áreas não cheias, o número de participantes foi expressivo e mostrou apoio ao ex-presidente.

O pastor Silas Malafaia publicou um vídeo em que ironiza a diferença de público entre as manifestações de Jair Bolsonaro e da esquerda na Avenida Paulista. O ato bolsonarista, realizado em seis de abril, foi descrito por Malafaia como uma “lavada histórica” em Lula e no Partido dos Trabalhadores. O evento teve como tema o pedido de anistia aos presos do oito de janeiro de 2023.

Imagens aéreas mostraram uma grande multidão de apoiadores de Bolsonaro, enquanto o ato da esquerda, ocorrido uma semana antes, teve um público visivelmente menor. O Monitor do Debate Político no Meio Digital do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) estimou a presença de 44.900 pessoas no ato de Bolsonaro, enquanto o Datafolha apontou um número de 55.000. A margem de erro do estudo é de cinco mil e quatrocentas pessoas.

Aliados de Bolsonaro contestaram essas estimativas, sugerindo que até um milhão de pessoas poderia ter comparecido. Malafaia, embora tenha questionado as estatísticas da Universidade de São Paulo (USP), apresentou uma estimativa própria, afirmando que a Avenida Paulista poderia acomodar entre 450.000 e 500.000 pessoas, considerando a área disponível e a densidade de público.

O pastor criticou a margem de erro das estimativas da USP, afirmando que a análise deve ser baseada em números exatos. Ele argumentou que, mesmo com áreas não totalmente ocupadas, a quantidade de pessoas presentes foi significativa e demonstrou apoio ao ex-presidente.

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