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Sodalicio de Vida Cristiana resiste à dissolução enquanto investigações de abusos avançam

Papa Francisco ordena a dissolução do Sodalicio de Vida Cristiana, mas a organização resiste e tenta proteger seus bens antes do fechamento.

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O Sodalicio de Vida Cristiana, um grupo católico do Peru, está enfrentando sérias acusações de abuso sexual e pederastia. Fundado em 1971, o grupo recebeu apoio de papas anteriores, mas agora o Papa Francisco ordenou sua dissolução em janeiro. No entanto, a organização ainda não aceitou oficialmente essa decisão e continua ativa.

O advogado José Ugaz, que representa vítimas que não foram indenizadas, denunciou que o Sodalicio está tentando proteger seus bens antes do fechamento. Ele afirmou que a organização está retirando dinheiro e propriedades, pois, após a dissolução, seus líderes não terão mais acesso a esses recursos. O Sodalicio reconheceu ter atendido pelo menos 83 vítimas desde 2016, mas investigações sugerem que o número pode ser maior.

As investigações indicam que a riqueza do Sodalicio pode chegar a um bilhão de dólares, com interesses em setores como imóveis e mineração. A organização é acusada de desviar dinheiro para paraísos fiscais e de usar um sistema de testaferros. O sacerdote Jaime Baertl, que foi expulso pelo Papa, é apontado como um dos responsáveis por esse império econômico, que inclui negócios de cemitérios privados.

Recentemente, dois institutos femininos do Sodalicio aceitaram a dissolução, mas a resistência ainda persiste. O enviado do Vaticano, o sacerdote Jordi Bertomeu, tem enfrentado ataques e tentativas de descredibilização por parte de membros da organização. A situação do Sodalicio é comparada a escândalos semelhantes envolvendo práticas abusivas e encobrimentos por autoridades da Igreja.

O Sodalicio de Vida Cristiana, um influente grupo católico peruano, enfrenta sérias acusações de pederastia e abusos sexuais. Fundada em mil novecentos e setenta e um, a organização recebeu apoio de papas anteriores, mas agora está sob a ordem de dissolução do Papa Francisco, datada de quatorze de janeiro. No entanto, a entidade ainda não aceitou oficialmente o decreto, permanecendo ativa legalmente.

O advogado José Ugaz, que representa vítimas não indenizadas, denunciou manobras para proteger o patrimônio da organização antes do fechamento. Em uma carta ao Vaticano, Ugaz afirmou que o Sodalicio está tentando retirar bens e fundos da entidade, uma vez que, após a dissolução, seus líderes perderão acesso a esses recursos. O Sodalicio admitiu ter atendido pelo menos oitenta e três vítimas desde dois mil e dezesseis, mas investigações indicam que o número pode ultrapassar cem.

As investigações revelam que a riqueza do Sodalicio pode chegar a mil milhões de dólares, com interesses em setores como imobiliário e mineração. A entidade é acusada de desviar fundos para paraísos fiscais e de operar com um sistema de testaferros. O sacerdote Jaime Baertl, expulso pelo Papa, é apontado como um dos responsáveis por esse império econômico, que inclui negócios de cemitérios privados.

Recentemente, dois institutos da ala feminina do Sodalicio aceitaram a dissolução, mas a resistência persiste. O enviado do Vaticano, o sacerdote espanhol Jordi Bertomeu, enfrenta ataques e tentativas de descredibilização por parte de membros da organização. A situação do Sodalicio reflete um escândalo semelhante ao dos Legionários de Cristo, envolvendo práticas abusivas e encobrimentos por parte de autoridades eclesiásticas.

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